Uma semana sem computador.
Voltou hoje para casa e o timming para escrever sobre as coisas que me pareciam importantes passou.
No entretanto o mundo continuou nas suas rotações habituais e eu aqui por casa dediquei-me à costura.
Estas foram as cores que me acompanharam durante a semana e o fim-de-semana.
Algumas das minhas cores favoritas (embora goste de todas) nas tonalidades favoritas.
Apetecia-me que o fim-de-semana começasse de novo amanhã.
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aprendendo
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Quando vi este tecido de algodão em malha a parecer crochet nem hesitei. Não sabia bem o que faria com ele mas gostei tanto que comprei na mesma. Só depois é que me ocorreu que podia utilizá-lo para fazer mais uma túnica igual ao modelo que usei na zig zag.
O que nunca pensei foi nas implicações de comprar um tecido assim.
A quantidade acrescida de trabalho por causa dos remates da gola, das mangas, e das bainhas que tiveram que ser todas debruadas com fita de viés (escolhi uma de cetim em vez de algodão) para não se desfazerem. Mas o trabalho que deu compensou e fiquei satisfeita com o resultado. Olhando para o decote ou para as aberturas das mangas quase não se percebe que têm uma bainha e não aparecem fios nenhuns.
Por outro lado também aprendi que pelo facto deste tecido ter maior elasticidade (tem 5% de elastano) cortado a partir exactamente do mesmo molde acabou por ficar cerca de 5cm mais comprido do que o modelo anterior.
É claro que a excelente ideia da fita de viés foi uma orientação da minha "mestra" das aulas de costura. De outra forma a minha sapiência não chegaria a tanto tendo em conta que tal problema nem me ocorreu a não ser quando chegou o momento de fazer as ditas bainhas.
Conclusão: primeiro, ter mesmo em consideração o tecido sugerido nas instruções dos moldes, e segundo, existem detalhes de execução que não vêm explicados em lado nenhum o que tem a vantagem de nos permitir uma grande dose de criatividade ou a desvantagem de nos dar uma grande dose de frustração.
continuando com os drapeados
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O tipo de tecido que escolhi ajuda imenso com os drapeados. Optei por fazer um viés do próprio tecido na zona do pescoço/colarinho e cosi à mão as bainhas com um ponto "invísivel". Estes detalhes acabam por fazer diferença no resultado final.
Esta também tem uns pormenores engraçados que me agradam: o feitio da manga, o facto de ser mais justa na zona da anca, e a possibilidade de combinar castanho com preto que normalmente é uma variante difícil.
Combinando com as calças certas julgo que tanto dará para usar durante a semana em trabalho como ao fim-de-semana para sair.
zig zag
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A que eu disse que era a next em curso foi feita com este tecido que tenho na loja e de que gosto imenso.Desta vez consegue-se perceber melhor o feitio da manga. Aberta a meio desde o ombro até à zona do punho faz um efeito giríssimo. Se me apetecer uso a parte de trás um pouco mais descaída e fica menos decotada. Super confortável e bem simples como eu gosto.
josefina
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Foi o nome que o meu filho Miguel deu ao manequim que recebi como presente de Natal. Na impossibilidade de encontrar um às antigas com as medidas certas digamos que este foi bem-vindo.
E já comecei a dar-lhe uso para experimentar algo que fiz com um tecido que me uma amiga minha me ofereceu (também este Natal, diga-se!).
O modelito feito por mim durante estas férias de Inverno (e já a pensar nas férias de praia) foi tirado de um livro de moldes que comprei na Retrosaria. Além dos livros japoneses (deliciosos) com modelos de fair isle, e que eu ainda não consegui decifrar, tenho vindo a descobrir os de costura que me parecem igualmente tentadores mas muito mais fáceis de entender (pelo menos para mim) que os de tricot.
Descobri os drapeados da designer Hisako Sato, e este modelo está entre os meus favoritos. Os modelos que tenho visto desta designer apresentam-se com tecidos lisos (provavelmente em tecido de malha) e com cores sóbrias, por isso apostei no oposto, ou seja, tecido de algodão estampado em encarnado :)
Quanto à execução tem pormenores engraçados, principalmente nas mangas que não consegui fotografar em condições, e a estrutura geométrica do molde é tão simples que quando se olha à primeira nem se percebe como é possível sair dali um vestido. Acertar os padrões na frente deu uma trabalheira e obrigou-me a desperdiçar algum tecido. É um pormenor importante que faz toda a diferença para quem liga a estas coisas. Embora tenha ficado bem (modéstia à parte) tal como suspeitava este tecido não é o que melhor se ajusta a este modelo. Os tecidos africanos por serem de algodão e pesados não tem um "cair" (é assim que se diz?) bom para estes drapeados, e o padrão apesar de ser repetitivo dificilmente é simétrico.
Enfim, a segunda experiência já está em curso com outro tipo de tecido ... Next!
E já comecei a dar-lhe uso para experimentar algo que fiz com um tecido que me uma amiga minha me ofereceu (também este Natal, diga-se!).
O modelito feito por mim durante estas férias de Inverno (e já a pensar nas férias de praia) foi tirado de um livro de moldes que comprei na Retrosaria. Além dos livros japoneses (deliciosos) com modelos de fair isle, e que eu ainda não consegui decifrar, tenho vindo a descobrir os de costura que me parecem igualmente tentadores mas muito mais fáceis de entender (pelo menos para mim) que os de tricot.
Descobri os drapeados da designer Hisako Sato, e este modelo está entre os meus favoritos. Os modelos que tenho visto desta designer apresentam-se com tecidos lisos (provavelmente em tecido de malha) e com cores sóbrias, por isso apostei no oposto, ou seja, tecido de algodão estampado em encarnado :)
Quanto à execução tem pormenores engraçados, principalmente nas mangas que não consegui fotografar em condições, e a estrutura geométrica do molde é tão simples que quando se olha à primeira nem se percebe como é possível sair dali um vestido. Acertar os padrões na frente deu uma trabalheira e obrigou-me a desperdiçar algum tecido. É um pormenor importante que faz toda a diferença para quem liga a estas coisas. Embora tenha ficado bem (modéstia à parte) tal como suspeitava este tecido não é o que melhor se ajusta a este modelo. Os tecidos africanos por serem de algodão e pesados não tem um "cair" (é assim que se diz?) bom para estes drapeados, e o padrão apesar de ser repetitivo dificilmente é simétrico.
Enfim, a segunda experiência já está em curso com outro tipo de tecido ... Next!
a pedido
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de duas famílias e a pensar em alguns presentes de Natal andei entretida a fazer chinelos de quarto.
Entretanto mudei de ideias e os presentes de Natal vão ser outra coisa.
Estes saíram em encarnado e às riscas porque quando fui comprar mais feltro foi-me impossível resistir ao apelo da cor.
em ensaios
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Passar dos chinelos da Mariana a chinelos de adulto exigiu adaptar os moldes que vinham no livro.
Primeiro ensaiei o novo molde em papel vegetal e não deu certo.
À segunda acertei e saíram estes para eu usar e experimentar se são confortáveis.
Agora, finalmente, é avançar com os que estão prometidos.
Primeiro ensaiei o novo molde em papel vegetal e não deu certo.
À segunda acertei e saíram estes para eu usar e experimentar se são confortáveis.
Agora, finalmente, é avançar com os que estão prometidos.
algo útil para variar
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A necessidade surgiu do facto da Mariana ter perdido os seus chinelos de quarto (permanece um mistério como é que ela os perdeu).
A ideia surgiu do livro que ultimamente me acompanha.
E ficou mais ou menos parecido. No final acrescentei uma mariquice ao fazer mais um saquinho com restos de tecido para os guardar (só em caso de viagem, claro!).
A Marta já me informou que não quer nenhuns parecidos sequer.
Ao Miguel acho que não vale a pena perguntar.
Não tenho mais "vítimas" a quem recorrer infelizmente.
Mas foi giro de fazer!
para o lanche
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Gostei tanto da ideia da que está na imagem (retirada do livro "Cabbages & Roses").
E correu-me tão bem desta vez, que em vez de uma fiz três, uma para cada uma das mocinhas que vivem cá em casa (com florzinhas, bolinhas, quadradinhos e coisas assim).Pelo meu lado já estava cansada de andar todos os dias com um yogurt e um pacote de bolachas "à solta" dentro do meu saco. A Mariana gostou e a Marta ainda não deu o seu parecer final. Algo me diz que têm demasiadas florzinhas para o gosto dela. Aguardemos, portanto!
divagando sobre coisas simples
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Descobri um livro na Retrosaria de que gostei porque me pareceu ter coisas bonitas e simples de fazer.
Enganei-me. Por acaso no livro parece simples, e na realidade até é simples de fazer, mas esta "coisinha" tirou-me do sério e desta vez saiu-me dificil. Ainda não sei o nome certo, mas o saquinho ou bolsa, ou seja o que for, obrigou-me a desmanchar e fazer de novo. E mesmo assim não saiu como eu queria.
O tamanho reduzido foi o que mais me dificultou a vida, as voltas que dei na máquina para conseguir costurar o mais direitinho possível foram contra todas as regras que tenho aprendido nas minhas aulas "sérias". Sentir-me-ia confortável a pensar que o problema é da minha máquina de costura, mas parece-me que não deve ser só ela a culpada.
Nos retoques finais também não correu bem, não tenho tido tempo de ir à Baixa e aqui perto de casa fitas de algodão coloridas é coisa que não se encontra (a falta de stock seja do que for começa a ser um clássico nesta cidade!). E as fitas giríssimas que aparecem no livro também não sei onde se compram em Lisboa e arredores.
Afinal quem disse que era simples e que estes saquinhos tinham a complexidade q.b. para me distrair sem cansar?
Falei cedo de mais e esqueci-me que as coisas "simples" e bonitas são difíceis de conseguir. Parecem-nos simples porque não damos o devido valor à criatividade e bom gosto de quem imaginou e ao trabalho que dão a serem bem feitas.
Na realidade parece que temos uma tendência natural para complicar o que é simples. Eu gostava de simplificar os meus dias mas não consigo. Ocorre-me esta frase estranha que brinca com os opostos e que diz que a simplicidade é tão difícil de conseguir. Mesmo a fazer bolsinhas, imagine-se! :)
Voltando ao início desta conversa, é boa ideia visitar o site referido no livro "Cabbages & Roses". É um bom exemplo de coisas simples e bonitas. Eu gostei de tudo!
(Entretanto, pensando bem, não sei como é que num fim-de-semana inteirinho só saiu esta "coisa"! Anyway, como diria a Marta, no stress, e nesses momentos consegui esquecer-me do grupinho de adolescentes (mais precisamente quatro) que ficaram a dormir este fim-de-semana cá em casa!)
Enganei-me. Por acaso no livro parece simples, e na realidade até é simples de fazer, mas esta "coisinha" tirou-me do sério e desta vez saiu-me dificil. Ainda não sei o nome certo, mas o saquinho ou bolsa, ou seja o que for, obrigou-me a desmanchar e fazer de novo. E mesmo assim não saiu como eu queria.
O tamanho reduzido foi o que mais me dificultou a vida, as voltas que dei na máquina para conseguir costurar o mais direitinho possível foram contra todas as regras que tenho aprendido nas minhas aulas "sérias". Sentir-me-ia confortável a pensar que o problema é da minha máquina de costura, mas parece-me que não deve ser só ela a culpada.
Nos retoques finais também não correu bem, não tenho tido tempo de ir à Baixa e aqui perto de casa fitas de algodão coloridas é coisa que não se encontra (a falta de stock seja do que for começa a ser um clássico nesta cidade!). E as fitas giríssimas que aparecem no livro também não sei onde se compram em Lisboa e arredores.
Afinal quem disse que era simples e que estes saquinhos tinham a complexidade q.b. para me distrair sem cansar?
Falei cedo de mais e esqueci-me que as coisas "simples" e bonitas são difíceis de conseguir. Parecem-nos simples porque não damos o devido valor à criatividade e bom gosto de quem imaginou e ao trabalho que dão a serem bem feitas.
Na realidade parece que temos uma tendência natural para complicar o que é simples. Eu gostava de simplificar os meus dias mas não consigo. Ocorre-me esta frase estranha que brinca com os opostos e que diz que a simplicidade é tão difícil de conseguir. Mesmo a fazer bolsinhas, imagine-se! :)
Voltando ao início desta conversa, é boa ideia visitar o site referido no livro "Cabbages & Roses". É um bom exemplo de coisas simples e bonitas. Eu gostei de tudo!
(Entretanto, pensando bem, não sei como é que num fim-de-semana inteirinho só saiu esta "coisa"! Anyway, como diria a Marta, no stress, e nesses momentos consegui esquecer-me do grupinho de adolescentes (mais precisamente quatro) que ficaram a dormir este fim-de-semana cá em casa!)
fim-de-semana
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Espera-me um fim-de-semana com a casa cheia de adolescentes.
Já sei que vamos ter conversas até às tantas e que vão adormecer a horas impróprias.
Eu vou aproveitar para pôr ordem nalgumas coisas aqui em casa, repôr o stock de mantimentos (estamos quase à míngua), e vou continuar a experimentar diversos modelos de sacos e bolsinhas.
Da minha última visita à Retrosaria no sábado passado trouxe mais uns tecidos e encontrei um livro que traz variedades novas das ditas. Já experimentei um dos modelos. Nem de propósito!
Mais um bom fim-de-semana!
continuando na saga dos saquinhos
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Enquanto o tempo não estica e não dá para mais continuo a fazer estes saquinhos.
Esta sensação de começar algo e conseguir terminar sem ficar nada pendente sabe mesmo bem.
Estes foram "inventados" com as sobras desta hobo bag feita há uns meses atrás.
Assim está explicado o formato meio estranho da segunda. Basicamente foi só coser.
Venham os próximos ...
Esta sensação de começar algo e conseguir terminar sem ficar nada pendente sabe mesmo bem.
Estes foram "inventados" com as sobras desta hobo bag feita há uns meses atrás.
Assim está explicado o formato meio estranho da segunda. Basicamente foi só coser.
Venham os próximos ...
weekend sewing
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Objectivo do último fim-de-semana: fazer um saco para o equipamento de ginástica da Mariana.
À procura de uma ideia diferente para tecidos demasiado tradicionais entretive-me entre livros e revistas à procura de algo. Recorri a este livro (já não é a primeira vez) e acabei por escolher o modelo mais simples e rápido de fazer que se possa imaginar.
Mas como gosto de complicar resolvi aplicar um forro noutro tecido porque gosto mais assim.
No final decidi que nenhum destes vai ficar para a Mariana, em primeiro lugar porque entretanto encontrei um tecido escolhido por ela que comprei há tempos atrás, e em segundo lugar porque descobri uns tecidos encantadores que têm muito mais a ver com ela e que vou comprar este sábado.
Agora estou novamente indecisa mas "no problem at all". Nao sei porquê mas este modelo tem a complexidade q.b. para me distrair sem ficar cansada, e assim vou fazendo sacos e saquinhos enquanto a minha querida filha vai utilizando um saquinho de plástico ...
Terapia pós-Verão ... muito necessária por estas bandas diga-se ... :)
Outono
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Utilizando uma das chitas que tenho à venda na minha loja estou na dúvida sobre a combinação de cores que mais me agrada para fazer um saco para a Mariana levar o seu equipamento da ginástica.
Uma certa sensação de alguma frustração já começava a pairar por aqui porque já sentia falta de me entreter com estas coisas!
Estamos no Outono e parece-me que já estou a conseguir adaptar-me ao ritmo desta nova estação, que é a minha, e de que tanto gosto também!
bom para usar em feiras e mercados
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Um dos objectivos que trazia no saco para estas férias cumprido.
Segundo a autora foi "designed with shopping at flea markets and antique fairs in mind", o que tem tudo a ver comigo. É espaçoso e muito prático de transportar.
Pensado há uns tempos atrás com este tecido da Amy Butler.
Não foi propriamente difícil, mas também não foi dos mais fáceis principalmente na parte do fecho (que me custa sempre fazer). Avancemos para o próximo.
arranjos
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Aqui por casa já nos habituámos à rotina de alguém adoecer com febre ou com uma daquelas viroses que ninguém sabe como aparecem um ou dois dias antes de viajarmos.
Aproveitando o momento resolvi fazer os "arranjos" que andavam a reclamar há alguns dias e estive entretida a fazer bainhas a calças e saias.
Aproveitando o balanço transformei calças velhas do meu adolescente do meio em calções. Resolvi fazer-lhe esta pequena surpresa para quando ele chegar da praia daqui a pouco. Espero ter escolhido calças que já não façam parte do lote das favoritas. As dos rasgões têm ar disso. Corri riscos é certo! Embora duvide que aos 13 quase 14 anos ele ainda aceite vestir estas "transformações" não custa nada tentar.
Fiz as contas e concluí que a 5€ ou 6€ à peça, que é o que costumam cobrar nas lojas de arranjos de costura, os meus clientes aqui de casa já me podem oferecer o jantar de hoje. E eu mereço :)
modelito em tweed concluído
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A fotógrafa foi a Marta.
A fotografada fui eu.
Mas o objectivo da fotografia foi o meu modelito que finalmente terminei.
Modéstia à parte, fiquei contente com o resultado.
modelito quase concluído
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O meu modelito em tweed está quase concluído.
Agora só falta acrescentar as alças o que vai implicar uma visita à Casa Forra na Baixa.
Esta mala tem uns pormenores engraçados que nunca tinha experimentado antes. O que tenho aprendido nas aulas de costura tem-se revelado cada vez mais útil. Agora sei que existem certas técnicas que fazem muita diferença no resultado final e que não são explicadas quando seguimos as instruções dos livros.
Enquanto não chego à fase de começar a aprender a fazer vestidos (ainda estou a aprender fazer saias que é algo que só raramente uso) vou-me entretendo com sacos e malas (que é algo que também gosto bastante de fazer) utilizando alguns dos tecidos que tenho na loja.
Este modelo é mais adequado para o Outono ou para o Inverno e por isso vai ficar guardado à espera da época certa. Entretanto já tenho outro à espera que será mais adequado para o Verão quando o bom tempo decidir dar "um ar da sua graça"!
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