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Christian Dior "The Designer of dreams" (parte 2)

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Os designers da Casa Dior:

Yves Saint Laurent
Marc Bohan
Gianfranco Ferré
John Galliano
Raf Simmons
Maria Grazia Chiuri






Christian Dior "The Designer of dreams" (parte 1)

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Esta visita estava planeada há meses.
É, sem dúvida, uma das melhores exposições que vi na vida.
Estrutura. Proporção. Silhueta. Os princípios e elementos do Mestre!
Faz parte da História, e influenciou e fez sonhar uma Geração que após uma Grande Guerra desejava intensamente romper com o passado a que tinha conseguido sobreviver!

















Arco Madrid

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À procura de umas fotografias para um trabalho encontrei estas que já nem me lembrava que tinha tirado há uns tempos atrás quando visitei a Arco em Madrid.
Houve várias obras que me chamaram a atenção. Estas são algumas das que não me importava de ter.
Sempre gostei destas instalações com estas luzes. Aqui ao pé de casa estão a fazer obras de remodelação num teatro que tem várias composições do género que ainda não percebi se vão deitar fora. Todos os dias passo lá à porta mas até agora não tive a sorte de encontrar alguém para perguntar se vão mesmo deitá-las fora.
Ideias para mais tarde. Nada como um casaco em cujo forro guardo recordações.


Experiências de um artista do qual infelizmente não guardei o nome mas que me explicou que para esta composição tipo patchwork utilizou técnicas de tingimento natural com indigo.

Parece uma daquelas obras à Marcel Duchamp.
Primeiro, alguém lembrar-se de utilizar camisas para criar uma obra de arte.
Segundo, conseguir dar-lhe forma e cor de um modo coerente que para mim se assemelha a uma flor.


Tramas e teias.
Algo que sempre me atrai. :)


arco

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Uma das consequências de ter voltado à faculdade é o facto de não conseguir tempo para andar por aí a ver as outras coisas que me interessam.
Sinto a falta de tagarelar sem prazo, de sair e ver exposições, visitar museus, feiras, experimentar novas técnicas, "habilidades", artes, e outros etc's do género.
Queria estar em dois sítios ao mesmo tempo para poder ter a companhia das pessoas importantes da minha vida (se passares por aqui sabes do que falo) e em simultâneo poder concentrar-me nas poucas horas livres que tenho para desenhar ou fazer as pesquisas para os trabalhos. (Gerir liberdades numa família de cinco é um desafio. Estarei eu a esticá-la demais para o meu lado?)
Preciso das coisinhas do dia-a-dia de que gosto de me queixar mas das quais depois sinto a falta da rotina que me dá estabilidade quer eu queira quer não.
Tenho saudades de andar pela rua sem horas marcadas e sem ter a consciência pesada por ter a sensação que devia era estar em casa a estudar.
Num dia de exame e antes de "hibernar" de novo em preparação para o próximo, com crianças em aulas, e com uma tarde "tua" inesperadamente livre, senti o prazer de não ter nada para fazer. Um "luxo" :) Num pequeno sopro de pura e preciosa liberdade almoçámos fora de casa "quase" onde nos apeteceu e decidimos que podíamos aproveitar para visitar a primeira edição da Arco que estava a decorrer em Lisboa. Uau! :) Liberdade! :) Amanhã logo se vê ... :)
Vi várias obras que gostei.
Mas houve uma que decididamente fez os meus encantos.
Única e simplesmente porque alguém se lembrou que há obras que podem ter "vida".
O gostar de uma "obra de arte" não se explica, sente-se. E eu vi o efeito do vento que provoca o movimento ondulado do tecido sobre uma fotografia ... e senti que uma ideia assim tinha muito a ver comigo. Para a maioria pode não significar nada de especial ... mas eu achei fantástico!
A artista autora da "obra" acima chama-se Rosângela Rennó. De acordo com a legenda trata-se de uma impressão digital em organza de seda pura numa estrutura de alumínio.


O outro que escolheria se pudesse trazer para casa não é propriamente uma novidade mas eu gosto bastante desta obra da Joana Vasconcelos. A fotografia não lhe faz justiça. Ao vivo e a cores é de se ficar a observar até alguém que ia comigo me chamar porque ficou farto de esperar.
A liberdade entre aspas acabou pouco depois porque as aulas das ditas crianças estavam a terminar e por isso tínhamos que voltar para casa. É engraçado como o tempo é relativo nestas alturas e faz com que quatro ou cinco horas verdadeiras se transformem em algumas mais, não só pelo que parece que é, mas também pelas vezes em que dou por mim a recordar uma tarde assim. Mais uma vez não foi nada de especial ou extraordinário, mas para mim foi o suficiente para me deixar feliz e contente.

ilustração

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Os meus filhos dizem-me que desenho bem. Na minha modesta opinião não sei se será o caso mas é sempre bom ter quem nos aprecie :)
Para desenhar bem ou se nasceu com esse dom ou então (como eu) exige muitas horas de lápis e pincéis na mão de forma quase diária sem grandes interrupções porque senão perde-se de novo "o jeito".
Por isso tenho sempre uma grande admiração quando vejo este tipo de trabalho de ilustração. Gosto de ficar ali a admirar os traços, os contornos, os sombreados, a escolha da cor, e a forma equilibrada e nas devidas proporções do resultado final..
Em moda saber desenhar bem é muito valorizado porque acaba por ser uma parte importante do trabalho de apresentação de qualquer ideia.
Estas ilustrações não são da minha autoria. Fazem parte de uma exposição que está a decorrer no V&A sobre os últimos 40 anos de teatro em Londres.
Deixei para trás as maquetes das várias salas de teatro mais célebres que também me fascinaram (confessando que o meu sonho de adolescente que nunca se concretizou era ter sido arquitecta) e fotografei os desenhos que os designers/figurinistas fizeram para o guarda-roupa de algumas peças. As condições de pouca luz não ajudaram muito mas dá para ter uma ideia da qualidade do trabalho.
Adoro o "estilaço" daquele senhor de verde ali na terceira fotografia.

sonia delaunay

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Gostei da exposição "Círculo Delaunay" sobre Robert e Sonia Delaunany que visitámos este fim-de-semana no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. na qual a primeira obra que podemos ver é este enorme quadro sobre um mercado minhoto no início do século XX.
Nessa época houve alguns artistas que se dedicaram a criar roupa e Sónia Delaunay interessa-me não só pela sua pintura mas também pelo facto de ter sido uma das pessoas que quis passar para a Moda o.seu estilo único.
Sonia Delaunay nasceu na Ucrânia e casou-se com o pintor francês Robert Delaunay. Viveu em várias cidades da Europa mas principalmente em Paris. Durante a guerra refugiaram-se durante quase um ano e meio em Vila do Conde onde criaram um circulo do qual fazia parte Amadeo de Souza Cardoso e José de Almada Negreiros. Ao voltar para Paris, talvez por necessidade segundo dizem, mas certamente também por gosto, abriu uma pequena loja/atelier onde criava e vendia as suas peças de roupa. A originalidade destas peças baseava-se no novo movimento artístico - simultaneísmo - que desenvolveu em conjunto com o seu marido e que basicamente e sem grandes definições consistia no contraste simultâneo de cores.
Teve sucesso entre o seu círculo de amigos e outros grupos considerados elitistas, mas o seu desconhecimento do gosto comum não permitiu que tivesse grande continuidade.
Infelizmente este tema não devia fazer parte dos trabalhos e conversas interessantes em que participaram tantas vezes no "círculo" privilegiado de que faziam parte com Souza-Cardoso, Almada Negreiros, e outros, e como tal a exposição do CAM não inclui qualquer referência a esta parte da sua vida.
Além dos padrões de tecidos (primera imagem abaixo) para os seus vestidos que se fartou de desenhar e que acho o máximo e dos quais escolhi ao acaso os dois da primeira imagem.
Existem pelo menos outras duas peças que acho particularmente interessantes:
O "simultaneous dress" de 1913 (magem do meio abaixo) que me parece um vestido feito de retalhos a lembrar o patchwork "livre" de fórmulas, cálculos, e geometria (como costumo dizer) e que tanto aprecio;
E os fatos de banho de 1928 (última imagem abaixo) feitos em malha que já tive a sorte e oportunidade de ver noutras exposições. Não deviam ser nada cómodos principalmente logo a seguir a sair da água, mas tendo em conta a época estavam seguramente à frente do seu tempo e esta modernidade é algo que me fascina sempre.
(Nota: Lamento não ter conseguido identificar e incluir os locais/museus que actualmente possuem estas peças.)

 



street art, the collector's eye, e um setembro muito especial

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O título é extenso, é estranho, e é uma misturada que resume o que me apetece escrever hoje.
No fim-de-semana passado ainda apanhámos o último dia da exposição temporária "The collector's eye" de algumas obras do Berardo no CCB.
Mesmo antes de entrar não resisti a fotografar um grande "bocadinho" de pura street art que (ignorância minha) não sei quem é o autor mas que achei o máximo.
As duas fotografias seguintes são escolha da Mariana numa exposição que gostámos muito de visitar. Só não consegui filmar o quadro do Chagall qie ela adorou porque eu nao acertava com a função na máquina mas teria valido a pena.
Despachadas as duas primeiras partes do título vamos então ao mais importante e que não tem nada a ver com o que escrevi anteriormente.
Setembro e a últma fotogafia tirada no dia 6 de Setembro de 2015 às 12h30m.
Além de ser o mês do meu aniversário e da Mariana e além da azáfama que todos conhecemos por causa do início do ano lectivo e das suas rotinas importa registar algo que é muitissimo mais importante e que é de excepção excepcional nesta vida que é a nossa.
A Marta entrou para a Faculdade de Belas Artes na sua primeira opção de escolha. Últimos três anos tão dificies. Tantas dúvidas e tanto trabalho (e angústias também) que tiveram um final que nos fez tão mas tão  felizes :)
Existirá maior motivo para nos deixar neste estado de felicidade que faz com que esse dia seja um dos mais felizes das nossas vidas?
Conseguiste minha querida! Muitos Parabéns! Temos um orgulho imenso! Agora faz as tuas escolhas com calma! Os medos e as inseguranças que sentes fazem parte. Uma outra fase da tua vida começa agora e as possibilidades são imensas e todas as que podias desejar! Escolhe o que te fizer mais feliz! Foi por isto que batalhámos e que tantas vezes falámos - a liberdade fundamental de poder escolher.
Como sempre não te esqueças que estamos e estaremos aqui por ti!
Tenho muitas outras emoções que gostaria de reflectir e escrever para ti, mas seria demais, e tenho receio que na emoção que sinto ultrapasse o limite que imponho neste escritos que faço aqui.
Já é tarde, estou cansada, e o barulho do vento e da chuva que oiço lá fora convida-me a terminar.
Até amanhã! Dos teus pais que te adoram ...




nova ala do MNAC

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 Da colecção na parte nova na Rua Capelo.





Da  exposição temporária no antigo edifício da Rua Serpa Pinto.

Há dias atrás visitei a recém-inaugurada ala/exposição do Museu Nacional de Arte Contemporânea.
Depois de tanta polémica e tanta demissão e manifestação fiquei com curiosidade.
Ocupa uma parte do edifício onde estava instalado o Governo Civil de Lisboa antigamente.
Apanhei uma desilusão. O espaço é mínimo, e a colecção não consegue sequer ocupar o espaço livre (além de outros critérios discutíveis para se poder dizer que se trata de uma colecção, se por acaso existe algum critério sobre o número mínimo de obras dúvido que o tenham aplicado aqui). Não tenho a certeza se gosto do modo como fizeram o restauro. E não tem qualquer ligação às antigas instalações o que é uma estupidez.
Lá saí do edifício, fui até à Rua Serpa Pinto, e a desilusão ainda foi maior quando tentei de novo visitar a exposição permanente e descubro que afinal já não existe!
Como boa cidadã, e lisboeta, dei-me ao trabalho de preencher o questionário electrónico. Fiz questão de deixar registado que estava profundamente desiludida por terem retirado a exposição permanente, e deixei o meu contacto telefónico como pediam. Se for mesmo verdade gostava mesmo muito de receber o telefonemazinho destes senhores. Que raio de gente esta com a mania das modernices e que vai de mudar as coisas mesmo quando elas estão bem e se recomendam!

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