Já há algum tempo que a maior parte das vezes não consigo comentar no Blogger.
Em relação aos comentários que me deixaram no último post que fiz não consegui sequer responder a nenhum apesar de ter tentado de diversas formas.
Não sei o que se passa mas provavelmente o problema deve ser meu ... e eu confesso que ainda não tive paciência para tentar resolver.
A única forma que me lembrei para conseguir responder à pergunta da Dulce Pedroso sobre a feira de velharias de Tavira foi recorrendo a mais um "post".
Acontece todos os primeiros e últimos sábados de cada mês. Mas pelo que tenho observado desde que cá estou neste mês de Agosto julgo que tem ocorrido todos os sábados.
Costumo consultar este calendário e até agora não tem falhado.
Aconselho também uma visita à feira de Quelfes (que é um pouco diferente mas onde também já encontrei coisas interessantes a bom preço) e segundo me dizem a feira da Fuzeta também vale a pena visitar.
Espero ter ajudado! :)
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a caminha da boneca
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Este fim-de-semana trouxe para casa esta cama de bonecas para a Mariana.
Passámos dois dias em Avis e no sábado de manhã demos um saltinho até à feira de antiguidades e velharias de Estremoz.
Andava por lá e (talvez influenciada por estas imagens inspiradoras que tenho visto ultimamente da Constança Cabral) quando vi esta caminha não resisti. O colchão não me parecia estar em muito boas condições mas achei-a tão encantadora que não consegui deixar de a trazer comigo!
Desde o Verão que ando a fazer umas bonecas para as minhas filhas que, para surpresa minha, apesar de maiorzinhas continuam a gostar destas coisas.
Primeiro com a Mariana que resolveu fazer uma de feltro para oferecer à Marta, e depois com a Marta que no outro dia a pretexto de ajudar a Mariana a arrumar o seu quarto andou a pentear as barbies da irmã.
A ideia de fazer estas bonecas não é por acaso. Além da experiência de as fazer pela primeira vez, já há uns meses atrás através das minhas aulas na faculdade tinha chegado à conclusão que é mais simples, rápido, e económico simular moldes e costurá-los com estes tamanhos mais reduzidos do que no real. Mas isso será tema para outro dia ...
Entretanto, o que interessa é que embora a pobre da boneca de trapos ainda não tenha roupa a cama já não lhe falta.
Estremoz
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Mesmo nas últimas descobrimos que podíamos ir passar o fim-de-semana fora de Lisboa. Sem preocupações logísticas porque os meus "queridos" filhos estavam todos fora fomos à procura de lugar para ficar e de preferência perto da praia. A costa vicentina pareceu-nos boa ideia. Tentámos Vale do Gaio, Herdade do Reguenguinho (ainda não foi desta), Quinta da Teima, etc. e tal, e outros tantos do género, mas estava tudo esgotado. Parece que a famosa da "crise" estava de férias neste último fim-de-semana de Agosto porque tudo ou quase tudo o que fosse alojamento perto da praia estava sem lugar.Resolvemos ir para o interior. Quisemos experimentar a Herdade da Cortesia mas os deuses estavam contra nós. Já com reserva feita e a caminho do hotel telefonam-nos a dizer que infelizmente tinham que cancelar. Acabámos por ficar num sítio que desconhecia completamente e que nunca tinha ouvido falar.
O Pateo do Solares em Estremoz revelou-se um sítio bem agradável. Pequeno, acolhedor, com boa comida, e bom serviço (excepto a recepção de dia que não primava muito pela simpatia, mas o senhor podia estar num dia mau). Apesar dos nossos planos terem falhado em quase tudo passámos dois dias óptimos. Sábado de manhã andámos pela feira de velharias de Estremoz que recomendo fortemente a quem não conheça e goste desta coisas. Por mim teria trazido o carro um bocadinho mais cheio mas uma certa pessoa travou os meus impulsos como de costume. Almoçámos muito bem na Adega do Isaías que já nos tinha sido recomendado. Visitámos as Irmãs Flores onde comprei mais um dos meus bonecos de Estremoz (porque infelizmente a D Maria Luisa da Conceição onde comprei os primeiros bonecos faleceu este ano). A temperatura rondava mais ou menos os 38ºC por isso tirando o tempo que passámos junto da piscina passeámos de carro e raramente nos atrevemos a sair porque o calor sufocava. Mas mesmo assim valeu a pena porque estradas desertas e a paisagem de Agosto do Alentejo a perder de vista também faz o nosso género. Numa das paragens deste passeio sem destino encontrámos o Convento de São Paulo no Redondo que também deve valer a pena experimentar um destes dias.
Só para terminar, as duas corujas (mais uma das minhas pancadas a juntar às outras) com olhar "assustador" :) que aparecem na última fotografia foram a nossa aquisição da praxe na feira de velharias. Estas figurinhas anos 70 podem ser um bocadinho kitsh (vá!) mas eu que já tenho cinco do género cá em casa não podia deixar estas para trás. Fraquezas, eu sei, mas é assim!
E por hoje é tudo!
feira da buzina
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Este fim-de-semana fomos à feira da buzina.
Não fazia a mínima ideia que existia uma feira destas em Lisboa.
Trata-se de uma feira de velharias onde não há bancadas porque os vendedores estacionam o seu automóvel e põem à venda tudo o que levarem na bagageira.
O local de realização não é fixo e desta vez aconteceu no Jardim do Arco do Cego.
Eu gostei desta feira. Tem coisas que achei bem interessantes e a preços que me pareceram razoáveis. É muito do género da feira da Ladra mas só se vende velharias mesmo, sem a parte das meias e das cuecas à dúzia e a cassete pirata.
Embora a intenção inicial fosse só ver não consegui vir-me embora de mãos vazias.
Passei à frente de uma máquina de escrever (que me andam a tentar há algum tempo) e sendo a loucura mais que muita começando já a parecer doença não resisti a uma velha máquina de costura Husqvarna (penúltima fotografia) que estava super completa com uma caixa lindissima em madeira e com livro de instruções e acessórios em óptimas condições.
E um bocadinho mais à frente encontrei uma velha raquete de ténis Slazinger com esticador (última fotografia) para uma certa pessoa que está sempre a reclamar quando eu me ponho a comprar estas coisas mas que também não resiste.
Com o treino que trouxe das nossas últimas férias na India "regateei" um pouco e (embora possa estar enganada) vim-me embora contente e feliz convencida de ter conseguido bons preços. Não foi pechincha mas pelo menos tentei (isto sou eu a achar claro!).
London Textile Fair
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Há dois anos tinha visitado a nossa Modtissimo no Porto e desde então fiquei com curiosidade em visitar uma feira de têxteis de uma das grandes cidades de Paris, Londres, Milão ou Madrid.
Tive sorte e não perdi a oportunidade.
Quinta-feira de manhã fui até ao Business Design Center e o que encontrei está à vista. Infelizmente fiquei sem bateria na máquina fotográfica e a reportagem ficou incompleta.
Existia um espaço dedicado exclusivamente aos "portuguese manufacturers" e era a única nacionalidade com direito a tal, mas só encontrei dois ou três e já estava sem bateria na máquina.
Subi e desci, assisti à negociação de dois ou três designers ou estilistas suponho eu, e atrevi-me eu a fazer algumas perguntas também e a pedir alguns contactos (não sei bem para quê, mas entrar no espírito da coisa fazia parte, e eu entrei )).
A dimensão desta feira comparada com o que tinha visto há dois anos na Modtissimo é incomparavelmente superior. A variedade e a oferta são incríveis. Vi tecidos absolutamente fantásticos.
Terminei esta visita com um passeio a pé por Islington onde nunca tinha estado.
Diverti-me e adorei a experiência. :)
memórias do tempo de aprender de novo
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Hoje estive no mercado do Príncipe Real.
Começou bem, mas à medida que as horas passavam o tempo começou a piorar. Passei uma boa parte da manhã a agarrar o chapéu, a cadeira, o charriot e tudo o mais que estivesse solto.
Como era de prever o desastre aconteceu e uma rajada de vento das fortes atirou ao chão tudo o que era possível.
Aprendi que nestas coisas existe um espírito de entre-ajuda que raramente encontro fora de casa.
Quando dei por mim foi num instante que não sei quantas mãos levantaram tudo, ajudaram a pôr no sítio, e ainda me emprestaram (ainda sou uma novata nestas coisas) cordas e cabos que ajudassem a fixar tudo a uma das árvores. Muito obrigada!
Por volta das 2 da tarde, e tal como o cinzento do céu prometia, começou a chover fortemente.
Foi só o tempo de conseguir enfiar tudo o mais rapidamente possível dentro do carro e acabou o mercado.
Foi pena!
O almoço tarde na tasquinha ao lado do jardim (a mesma onde íamos há não sei quantos anos atrás ainda no tempo da faculdade) soube-me muito bem em vez das sandes que estavam programadas para esse dia.
Independentemente do sucesso ou insucesso de hoje, o que aconteceu acrescentou mais um bocadinho ao que vou aprendendo nestes dias de mercado a que tenho ido. Tirei as minhas conclusões e tenho mais umas certezas, embora as dúvidas sobre o caminho a seguir ainda sejam muitas.
No entretanto, fomos dar as nossas voltas, e por causa das aguarelas que tive que ir comprar para as minhas aulas de desenho acabámos num dos sítios do costume.
Final de tarde óptimo, café mais um éclair na Bénard na companhia do meu querido J, sentir o "espírito" que torna certos locais únicos e que o Chiado tem, o azul carregado do céu, as luzes dos candeeiros, o cheiro das castanhas assadas, entrar na Igreja dos Italianos e a seguir dizer adeus ao Largo Camões.
dia no mercado
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Hoje foi assim.
Um dia ameno já com o frio de Outono.
A "grande" companhia de hoje foi a Marta na sua melhor versão e que me deu uma ajuda fantástica.
Também tive bons vizinhos e com eles aprendi uma palavra nova Kokedama. É uma arte japonesa de criação de arranjos de plantas com bolas de musgo. Fiquei encantada com o que vendiam e não resisti a comprar a laranjeira que decora a minha mesa e que aparece na fotografia. Se vierem a ter algum limoeiro é certo e sabido que também não vou resistir.
Um dia ameno já com o frio de Outono.
A "grande" companhia de hoje foi a Marta na sua melhor versão e que me deu uma ajuda fantástica.
Também tive bons vizinhos e com eles aprendi uma palavra nova Kokedama. É uma arte japonesa de criação de arranjos de plantas com bolas de musgo. Fiquei encantada com o que vendiam e não resisti a comprar a laranjeira que decora a minha mesa e que aparece na fotografia. Se vierem a ter algum limoeiro é certo e sabido que também não vou resistir.
dia de mercado
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A acabar as últimas coisas que tinha planeado fazer.
Domingo vou estar no mercado "Crafts & Design" de Novembro no Jardim da Estrela.
Um dos mercados mais giros de Lisboa.
Domingo vou estar no mercado "Crafts & Design" de Novembro no Jardim da Estrela.
Um dos mercados mais giros de Lisboa.
mercado no Príncipe Real
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Acordar tarde e dia de mercado não conjugam.
De um lado o vazio, do outro lado "moi même" destacadissima, e logo a seguir o mercado do Príncipe Real.
Eu estive lá, no mercado, mas foi como se não estivesse.
Ficar bem posicionado é fundamental e eu fiquei fora do circuito.
Fui a última a chegar e fiquei mesmo no final da feira num sítio onde só os pombos poisavam e passavam os senhores do costume para se sentarem num dos bancos do Jardim do Príncipe Real a apreciar a tarde de sábado.
Logo hoje é que foi calhar ser assim, num dia em que preparei tudo como deve ser e não me esqueci de nada. Levei os "saquinhos", as "lãs", os meus botões (seleccionados a muito custo porque a vontade continua a ser ficar com todos), ... enfim, tudo certinho excepto a hora de chegada porque estas coisas têm certas regras não escritas que toda a gente sabe. Convém chegar cedo ... certo!?
Ainda por cima quando a quantidade de coisas que compõem o meu kit de feirante vai aumentando ... e isso implica mais trabalho para "montar" e "desmontar" o kit.
Parece-me que neste momento, com o dia de hoje, pode-se dizer que já vou tendo alguma experiência neste tema. Já posso dizer com ar entendido que "há dias assim!". Há que ver o lado positivo :)
Para concluir convém deixar registo que o tempo estava óptimo, com um mercado com coisas gírissimas, e um bom ambiente. A culpada fui mesmo eu que desliguei o despertador e resolvi dormir mais 5 minutos que se converteram em meia hora (não sei como!).
horas felizes a 5€
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Estes tuk-tuk's estão por todo o lado em Lisboa. E são bem divertidos de ver.
Esta deve ser uma das melhores formas de um turista visitar a cidade.
O Panteão Nacional faz parte do tour de certeza e por isso encontrámos vários a chegar ou a partir.
Se começámos o fim-de-semana pelo lusco-fusco em final de dia de 6ª feira, sábado à tarde foi dia de mais uma visita até à feira da Ladra.
Acho que nunca tinha visitado a feira da parte da tarde. E agora que já experimentei as duas versões confesso que prefiro as manhãs.
Se estiver calor é penoso andar ao sol porque uma boa parte da feira não tem sombra.
E por outro lado, uma parte razoável dos feirantes já bebeu muita cervejinha. É certo que estão mais bem dispostos mas se a isto juntarmos o desmanchar da feira fica um ambiente um bocado diferente e estranho de que não gosto tanto.
Mais uma vez namorei as caixas velhas e cobicei um "termo" que me lembro de ver igual em casa dos meus pais. Passei por uns potes em loiça para guardar "mercearias" que fizeram os meus encantos (mas o preço apesar de ser em final de dia era proibitivo).
A Mariana encontrou uns cãezinhos de loiça em vez de ursinhos (a 50 cêntimos cada um) e eu vim contente para casa com mais uns carimbos da Agatha que encontrei já no caminho de volta (é uma pancada, eu sei. Mas cada um tem a(s) sua(s)!).
Há horas felizes, sem dúvida! :)
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