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conversas soltas XI

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Estas fotografias foram tiradas pela Mariana em vários momentos ao longo das nossas últimas férias (que devem ter sido das melhores que alguma vez tivemos) deste Verão na Grécia.
E esta conversa aconteceu num final de dia quando voltávamos as duas da praia para nos arranjarmos para jantar: 
Mariana: "Mãe vou pedir-te uma coisa mas não fiques zangada comigo. Pode ser?"
Eu: "Claro que não minha querida. Diz."
Mariana: "Nem triste, ok?"
Eu: "Não vou ficar triste."
Mariana: "Então o que eu queria pedir-te era para cada vez que eu peço para tirar fotografias com a tua máquina não estares sempre a dizer que eu tenho imenso jeito. E que tiro fotografias fantásticas e coisas assim."
Eu: "Está bem! Combinado! Mas qual é o problema?! Se fazes bem uma coisa não tem mal que eu te diga a verdade! Ou achas que não?"
Mariana: "Sim. Eu sei. Mas eu quero continuar a ter prazer a tirar fotografias e a gostar de o fazer ... Quero poder gostar de o fazer ... Fotografar é uma coisa que eu gosto de fazer e assim ... depois acho que não vou conseguir continuar a gostar ... É difícil para mim ... Percebes mãe?"
Eu: "Não precisas de explicar mais Mariana. Claro que sim. Percebo perfeitamente. Desculpa querida, não vou tornar a fazê-lo. Prometo."

une petite poupée danseuse pour Marta

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A Marta chega hoje depois de uma longa ausência.
Apesar do skype ajudar muito sentimos-lhe a falta.
Cada um à sua maneira adaptou-se aos dias sem a sua presença. Mas sem ela algo parece estar permanentemente incompleto aqui em casa.
A Mariana quis fazer-lhe uma surpresa para a chegada. Quase há dez dias que a sua actividade de final de tarde e algumas vezes após o jantar tem sido fazer esta boneca de feltro. Copiou os moldes desde as peças do corpo até às peças da roupa escolhida por ela. Foi comigo às lojas de Campo d'Ourique escolher as cores e procurar as fitas. Seguindo as instruções, chorou (mais uma perfeccionista ...), sorriu, e sem nunca desistir apesar da dificuldade, cortou, coseu à mão, e juntou todas as pecinhas desde as missangas até aos pedacinhos de tule que atou um a um para fazer o "tutu" (a sua parte favorita) para esta boneca que ainda não tem nome.
Quando chegou ao fim hoje à tarde, orgulhosa do seu feito, não conseguia deixar de sorrir enquanto a virava e revirava nas suas mãos.
Finalmente guardou-a cuidadosamente numa caixa de sapatos, aplicou-lhe uma fita com laço em encarnado, e agora espera ansiosamente pelo momento de a entregar à Marta!
Ainda bem que começou as férias e já não tem aulas senão não sei como seria para acordar amanhã de manhã ... :)

ao som do charleston

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Este Carnaval teve esta parte boa.
A ideia foi dela e as escolhas dos materiais também.
Até deu direito a um desenho para ilustrar bem o pretendido. :) 
Fiz um vestido inspirado nos anos 20 para a Mariana levar para o liceu hoje.
Foi feito um pouco à pressa mas serviu o objectivo.
Dançar até não poder mais (um bom Charleston, se possível fosse)  :)

vida de mãe (ainda em modo fatos-de-banho)

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Continuo a falar de fatos-de-banho ... :) Não sei porquê mas deu-me para isto ... :)
Lembro-me de um tempo em que cheguei a vestir os três com calções e fatos-de-banho com o mesmo padrão. Gostava de os ver assim todos vestidos de igual. Esse tempo durou pouco porque a Marta tem uma diferença de oito anos da Mariana e ao fim de 3 ou 4 anos já não queria ir nesta brincadeira. Com pena minha, claro!
Parando com o devaneio sobre o passado e voltando ao tema de hoje a Mariana também teve direito ao seu fato-de-banho novo (as criaturas crescem, crescem, e todos os anos temos que ter este "gasto"). Só que desta vez calhou ser uma marca de nuestros hermanos - a Oriol P.
Têm padrões fora do comum para criança e gostei sobretudo da paleta de cores, principalmente dos lisos.
Para terminar devo dizer que acabou esta loucura temporária de me pôr a mostrar o que comprei ou deixei de comprar porque isso não interessa a ninguém. Com tanto texto seguido sobre roupa e lojas até pode dar impressão que estou com pretensões a outra coisa.
Na realidade o que se passa é que, com excepção desta última, me alegra o facto ter descoberto mais duas marcas portuguesas de muito bom gosto e com qualidade.
E agora que já estamos todos devidamente equipados só falta mesmo ir para a praia e aproveitar bem estes dias fantásticos de sol e de calor que têm estado por aqui nesta cidade à beira mar plantada.

dias de família

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Hoje foi o dia da 1ª comunhão da Mariana.
Com a pressa de chegar a casa e conseguir preparar o almoço para receber a família entrei em modo "loop" e só me lembrei das fotografias quando já estavam a sair.
Esta foi tirada logo de manhã antes de irmos para a igreja. Ainda consegui algumas poses mas era díficil apanhá-la queita. Não dá para ver bem mas o vestido foi feito por mim, com as sugestões da Avó I. Tecido de algodão em bordado inglês num modelo bem simples sem mangas e com gola. E desta vez saiu-me bem.
Tivemos um dia feliz!

le voyage

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Hoje recebemos o postal que a Mariana nos enviou a semana passada durante a sua viagem de estudo do liceu. Esta viagem é um "clássico" do liceu onde eles estudam. Para nós a terceira vez deixou uma sensação de "déjà vu" no momento em que nos despedimos dela na estação de Santa Apolónia e no momento da sua chegada quase dez dias depois.
Sentimos-lhe a falta, a casa estava mais vazia, mas era por um bom motivo.
Há coisas que não mudam e esta viagem parece ser uma delas.
Esta repetição que a Mariana nos traz deixa-nos atrasar o passar do tempo. Leio as suas palavras que me lembram o tempo da inocência dos irmãos mais velhos. Às boas memórias que eles nos deixaram com a idade dela juntamos agora os seus momentos. Sinto alguma nostalgia por serem os últimos de um tempo que já não vai voltar porque esta é a minha filha mais nova, mas ao mesmo tempo aprecio a oportunidade de ter tido mais um momento desta infância que ainda estamos a viver.

conversas soltas X

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Mariana: "Sabes mãe, há um menino na minha classe que é rico, mas foi bem educado e não me disse que era rico."
Eu: "Muito bem! Foi muito bem educado! Então porque é que dizes que ele é rico?"
Mariana: "Porque quando íamos na carrinha eu vi que ele tinha um daqueles relógios que também é telemóvel."
Eu: "Mas isso existe querida? Se calhar era a fingir."
Mariana: "Não mãe. Eu sei que não se deve perguntar, mas eu perguntei-lhe se ele era rico, e ele disse-me que sim. Por isso ele é rico de certeza."
 --
Eu: "Estás com febre Mariana."
Mariana: "Quantos degraus tenho?"
 --
Mariana: "Mãe, afinal a Troika não é aquela senhora que aparece na televisão (a Catarina Martins do BE) a falar."
Eu: "Pois não, a Troika não é uma pessoa Mariana."
Mariana: "Pois não! No outro dia chamaram-lhe projecto e aí eu achei muito estranho e percebi que não devia ser uma pessoa."

festa

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Hoje é dia de aniversário.
Tenho um acampamento de cinco meninas cá em em casa.
Trouxeram todos os seus peluches e bonecos preferidos que já ocuparam os seus lugares em cima da cama. Devem ter andado a semana toda a combinar o que fazer e como ia ser.
Ouço-as rir. Vozes de meninas. Começou agora o primeiro filme e a noite promete ser longa.
O mundo ainda é feito de cor-de-rosa e de brincadeiras de faz-de-conta.
São felizes e isso é o mais importante.
Muitos Parabéns minha querida filha Mariana!

dos passeios

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Destes nossos passeios pela cidade há-de ficar-me sempre em memória a companhia doce desta infância, a última que ainda temos cá por casa.
Infelizmente, com muita pena minha, ou porque é mesmo assim, nem sempre os meus filhos adolescentes nos querem acompanhar. E como prefiro mil vezes uma vez que seja com boa vontade do que cem vezes de má vontade aceito que seja assim.
No entanto, de cada vez que não estão comigo penso sempre nos momentos óptimos que todos estamos a perder.
Mas só em parte, porque em contrapartida fico em exclusivo com outras coisas que de outro modo não são possíveis quando temos que dar atenção a três filhos.
São pequenas coisas que para mim valem imenso porque sei que são as últimas.
A generosidade da infância, a doçura e a boa disposição constantes com um sorriso fantástico que acompanha uma vontade enorme sempre presente de querer ajudar. O "Eu ajudo mãe" soa-me a música e sabe-me pela vida numa altura em que muitas vezes sinto a falta dela.
O toque quente e suave de uma mão mínima que se aconchega na minha, o "posso sentar-me ao teu colo mãe", o som da tua voz, ou o olhar que sempre procuras em mim são tão próprios destes momentos que desejaria andar por aí por essas ruas sem parar se com isso pudesse adiar o fim desta infância.

conversas soltas ix

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Ontem fomos à praia. A Marta e o Miguel estão a estudar para os seus exames e a Mariana era a única que estava livre para nos acompanhar. Sem ter que partilhar o tempo de antena houve margem para os mais variados temas.
Digno de registo para que mais tarde possa recordar considerações sobre a importância do casamento.
Como habitualmente completamente espontâneo, inesperado, e após algum silêncio, resultado de um momento de reflexão que prometia ser interessante:
Mariana: "Mãe, o casamento não interessa para nada. São só duas alianças, um papel, umas roupas e um padre que diz umas falas. Na realidade, a única coisa que interessa é a avó, és tu, sou eu. Eu é que sou mesmo tua filha e tu és minha mãe, e a avó é a tua mãe e assim por aí fora. O pai na realidade podia ser outra pessoa qualquer ... Tu não, tu tinhas que ser mesmo tu. Não é mãe?"
Eu que até li "As brumas de Avalon" e que até veria com interesse e curiosidade algum matriarcado por oposição a muita coisa que vejo por aí que merecia correcção e maior equilíbrio não pude deixar de saborear este momento.
Em fracções de segundo mil e uma coisas passaram-me pela cabeça. Pensando nesta ligação física que me transcende e que me liga aos meus filhos de um modo que não sei explicar por momentos estive quase a dizer que sim. Mas depois entrou a parte racional à mistura com sentimentos que me davam os argumentos definitivos para o não.
Com isto deixei passar a oportunidade de lhe explicar correctamente que não é bem assim. A Mariana já estava a entrar noutro tema e eu ainda não tinha a resposta bem preparada.
Independentemente da explicação sobre as questões formais ou não do casamento o importante era ter-lhe explicado que o pai importa sim e é fundamental para que ela seja assim. Que existe algo mais que justifica a sua importância e que só podia ser essa a pessoa para ela ser quem é.
Teremos que voltar a esta conversa ...

conversas soltas viii

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A Mariana continua com as alergias características desta época. Por isso hoje resolvi ir buscá-la ao liceu e trazê-la para casa em vez de a deixar continuar com as actividades da tarde.
Quando vem sozinha comigo no carro temos desde longos silêncios até momentos em que a quantidade de palavras por minuto é algo que muitas vezes o meu cérebro não consegue processar.
Hoje foi dia de silêncios.
Parei num sinal vermelho. Espreitei pelo espelho retrovisor e achei que estava distraída a olhar lá para fora.
Mariana: "Sabes mãe tenho sempre tantas perguntas sem resposta!"
Abri mais os olhos e continuei virada para a frente, calada, à espera do que viria a seguir.
Mariana: "E há tantos porquês ...!"
Não lhe disse nada. Achei que não valia a pena dizer-lhe já que o que ela descobriu tão cedo nos acompanha pela vida fora.

conversas soltas VII

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Hoje, momentos antes da primeira prova de natação da Mariana:
Mariana: "Acho que nunca ganhei uma medalha de ouro na minha vida mãe!"
Eu: "Minha querida, medalhas de ouro só dão nos Jogos Olímpicos."
Mariana: "Então quer dizer que aquelas medalhas todas que o Miguel ganhou não são verdadeiras?!"
Eu: "São verdadeiras sim, só não são é de ouro."
Mariana: "Hummm, ... então afinal não há medalhas de ouro ..."

conversas soltas vi

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Esta semana foi uma semana cheia de momentos interessantes.
Começámos na segunda feira ao final do dia quando se lembrou do saco a tiracolo que me tinha pedido há semanas atrás e que era absolutamente necessário para levar o maillot da ginástica e um euro. Não sei como o fiz,  mas consegui desencantar um saco feito em tempo record! O resultado final aparentemente estava óptimo e ela ficou super contente. Na realidade subestimei a resistência do dito ...
Mariana: "Mãe, o saco que fizeste estragou-se. Pus lá dentro o lanche, o meu porta-moedas, as calças de ganga e a camisola e ele não aguentou. Rebentou, olha! Consegues arranjar?"
E continuámos pelo resto da semana que por acaso ainda não acabou e por isso este registo é bem capaz de ficar incompleto.

Mariana: "Sabes quais são as tables que sei melhor mãe? a table dos 0's e a table dos 1's."
---
Toco à campainha da porta de casa porque me esqueci da chave.
Oiço a voz da Mariana.
Mariana: "Quem é?"
Eu: "É a mãe querida, podes abrir".
Mariana (sem abrir a porta): "Prometes que és mesmo tu?"
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Mariana: "Sabes mãe, tenho a certeza absoluta que és minha mãe. Às vezes sinto que há uma ligação entre nós."

preparativos

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As festas de aniversário com palhaços ou com mágicos devem ter chegado ao fim aqui em casa. Já não sou eu que decido sozinha o tema e faço a decoração a condizer. Nesta idade já querem jogos e brincadeiras que não dá para fazer dentro de casa. Foi mais uma época que acabou e da qual guardo boas recordações.
Ontem a Mariana esteve a preparar os seus convites para a festinha com os amigos do liceu. Os habituais convites desenhados por mim dentro de envelopes coloridos foram substituídos por simples envelopes brancos decorados pela Mariana a partir de uma caixa de carimbos que comprei este Verão numa feira de velharias.
Dois pormenores de que gosto especialmente: a lista de amigos a convidar que ia sendo metodicamente riscada à medida que concluía cada convite e da posição que ela escolheu para o trapezista num dos envelopes :)
Muitas vezes dou por mim com um peso na consciência por comprar estas coisas e ir acumulando sem um fim ou uma utilidade em vista. Fico contente porque desta vez não foi assim.

london city e a arte de cantar

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Começámos as nossas férias de Verão.
Estamos em Londres onde sabe sempre bem voltar de vez em quando.
Esta é a vista do nosso apartamento perto de Convent Garden.
A temperatura rondava os 30ºC quando chegámos.
Enquanto esperamos que a Marta se dedique às suas artes aproveitamos para passear.
Ainda me lembro das primeiras impressões da Marta e do Miguel quando os trouxemos da primeira vez.
Para a Mariana é uma novidade, por isso esperam-nos dias de redescoberta desta cidade através do seu olhar.
Ainda há pouco enquanto jantávamos e ouvíamos uma cantora de ópera na rua fiquei a conhecer as três razões necessárias para se cantar bem "que saíram da minha cabeça inventadas por mim mãe:
-Primeira, é preciso estar contente e muito feliz;
- Segunda, é preciso saber muito bem o que se vai cantar, sem dizer palavrões nem nada;
- E terceira, é preciso querer mesmo muito fazer-se essa coisa, cantar, mãe.
O que achas? Achas que tenho razão?
Existirá melhor explicação pergunto eu? :).

carimbos

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Não sou só eu que tem esta pancada com carimbos cá em casa.
Há dias comprei este alfabeto na MadeinPaper, que já tinha cobiçado da primeira vez.
E quando cheguei há pouco a casa encontrei a Mariana entretida a fazer uma lista dos nomes das amigas.
Neste momento está sentada ao meu colo (como é costume) a dizer-me que "tudo deve ser bonito, devemos sempre fazer as coisas bonitas, mesmo as aquelas que não interessam como estas letras".
Foi o seu modo de justificar o que estava a fazer, mas mal ela sabe que com esta frase tão simples traduz tão bem uma das formas de se ser feliz.
A Mariana gosta de coisas bonitas.
Eu também e às vezes esqueço-me de as procurar!

conversas soltas V

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Ou melhor dizendo mensagens soltas.
Sou uma mãe que faz muitas recomendações, que não perdoa a falta de estudo, e que não gosta de falta de educação. Acham que sou rabugenta. Se calhar até sou um bocadinho, mas sou uma mãe babada assumida e não há um dia que passe que não pense na sorte que tenho pelos nossos filhos.
Pudesse eu parar o tempo de vez em quando e deixaria que certos momentos se prolongassem.
As duas últimas mensagens que guardei na nossa caixa foram:

Da Mariana para mim, encontrei-o à noite em cima da minha cama:
"querida mãe eu não posso ir lavar os dentes porque a Marta não me deixa.
Os tres presentes ceu te dei forão:
o da classe, o que tem a musica, e o de eu ter nachido.
P.S eu amote
Mariana"

Da Mariana para o pai que o recebeu ao final da tarde quando chegou a casa:
"Querido pai eu vou parar de te dar cartas porque eu ja de dei 5 messes. E porque acora é a vez da mãe. Mas não tens de figar trichte porque couado for a ves do Miguel e da Marta eu depois vou dar uma carta a toda a gente. Mas nesta carta a um presente espesial. Espero que cortes.
da Mariana para o pai
Beijinhos pai"

Convém ainda acrescentar que uma das cartas dadas ao longo dos 5 "messes" tinha escrito como destinatário o seguinte: Para Jxxx Bxxx Pxxx ou como te costumo chamar pai"
O português ainda não é o melhor mas quem disse que isso me interessa. Mesmo com estes erros todos prefiro deixá-la assim enquanto esta última infância que temos cá em casa não acaba. Para quê estragar estes bocadinhos com correcções de ortografia? Outras alturas mais adequadas iremos ter para o fazer ... Esta nossa filha faz-nos felizes! :)

brincadeiras no parque

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As melhores amigas ...
Jogos de meninas:
Dam, dam, dero,
Dam, dam, oé, oé,
sissiguero, sissi, oé, oé, ...
E brincadeiras de faz-de-conta com bonecas ...
Há coisas que não mudam ... :)
Coisas simples do fim-de-semana!

conversas soltas IV

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Às vezes acho que escrever só não é suficiente.
Adorava poder gravar certos momentos para poder repeti-los e tornar a vivê-los todas as vezes que me apetecesse.
...
"Quando crescer vou adorar os meus pais e os meus avós!
Não, quando for grande vou adorar o meu marido e os meus filhos!
Eu quero que o meu marido seja um cavalheiro!"
Eu: Também acho que tem que ser um cavalheiro.
"Ajudas-me a procurar um?"
Eu: Claro que sim.
"Já não vais conseguir. Vais ser muito velhinha com 70 ou 79 anos."

1ª vez

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A primeira audição da Mariana.
Com a sua calma e a sua serenidade habituais.
"Toquei bem mãe?
Gostaram de me ouvir?"
Como é que poderíamos não gostar ...

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