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vou ali até Londres e já volto

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Hoje damos um saltinho até Londres. Como fazíamos há uns (muitos) anos atrás antes das crianças nascerem, enquanto o J vai aos seus afazeres profissionais, eu tenho dois dias inteirinhos para mim que vão saber a pouco.
Se tudo correr bem e se não me lembrar de outra coisa qualquer, uma passagem pelo Victoria & Albert, outra pelo Fashion & Textile Museum que ainda não conheço, uma visita até Goldhawk Road (não vá terem por lá alguns tecidos Liberty a um preço convidativo), perder-me numa Waterstones ou na Blackwells, e já tenho mais do que suficiente para me entreter by myself.
Sábado já tenho companhia e a visita obrigatória é até Portobello Road.
E andar pelas ruas. Sem destino. Sem horários. Fotografia aqui, fotografia ali. Parar para um "expresso"ou continuar a andar até encontrar um pub que nos agrade para uma "beer" de final de tarde ...
Até já,

de outro tipo de aulas

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Da nossa estadia em Londres, este Verão, resultaram algumas comprinhas que só agora vou ter a oportunidade de utilizar e experimentar.
No último dia, mesmo antes de irmos buscar a Marta ainda consegui ir à MacCulloch & Wallis e comprar uns moldes da Vogue (nove gavetas gigantes, a escolha foi tão dificil ...). Pelo caminho também vi uns corantes que acabei por comprar para me aventurar numa experiência nova.
O meu objectivo inicial era trazer uns quantos moldes mais a pensar na Mariana do que em mim, mas não consegui a calma e o tempo suficiente para analisar bem a coisa, por isso acabei por ser só eu a contemplada.  
Entretanto também recomecei as minhas aulas de costura e estou finalmente a fazer o meu primeiro vestido.
Para me ajudar a decifrar os esquemas (um pouco assustadores) também descobri um livro que está a ser útil. A ver se é desta que consigo fazer os tão desejados vestidos.
Se tudo correr bem a minha querida cliente mais exigente (a Marta) é capaz de aceitar que eu lhe faça alguma coisa. Vamos a ver ... haja esperança ... :)

at last ...

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Em Camden, para "recolher" a Marta do seu workshop de teatro.
Origem daquela senhora chamada Amy Winhehouse com uma voz impossível de esquecer.
Ficaria por aqui dias, mas tivemos que regressar. Até uma próxima vez arriscar-me-ia a dizer.
Embora possa parecer um cliché Londres dá-nos um abanãozinho nesta existência pacífica que levamos por aqui.
A última fotografia é a minha preferida. O "equilíbrio" desta cadeira de baloiço tem que se lhe diga! Metáforas ... :)

quase a terminar

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Não tivemos sorte com os mercados e infelizmente vamos falhar o melhor do género que conheço (melhor dizendo o rei dos mercados, ou seja,), Portobello Road Market. Os que visitámos sofrem do mesmo mal que os de Lisboa começam a mostrar: são muito caros, chegaram a pedir-me 4£ por um carimbo com um simples "M" em Convent Garden!
Em relação aos museus conhecemos dois novos que não conhecia, a velha "Tate Modern Gallery" e o "Design Museum".
Em relação à primeira embora tivesse gostado fiquei desiludida (incrivelmente também é de entrada gratuita).
Embora não pareça (para mim nunca seria arte se não estivesse dentro do museu) as fotografias dois e três correspondem a obras de arte: um espelho e um conjunto de quatro ou cinco vidros encostados a uma parede. Confesso que tenho alguma dificuldade em gostar de alguma da arte contemporânea, mas eu devo ser um bocadinho ignorante nestas coisas. A quarta é da autoria da Mariana. Fez-me falta a Marta, a minha companheira destas andanças com as suas sugestões bem perspicazes, mas a Mariana revelou-se. A figurinha que aparece atrás de mim na segunda não faz parte do conjunto mas achou muita piada aparecer na nossa fotografia.
A seguir à Tate fizemos o caminho a pé junto ao rio até ao Design Museum em Buttlers Wharf. Gostei de conhecer esta zona da cidade mas o museu foi uma completa desilusão (e caríssimo tendo em conta o que vimos).O nosso Mude dá-lhe vinte a zero.
Tive pena de não ter tido tempo de visitar o "Fashion & Textile Museum" (que por acaso até tem uns cursos de Verão muuuito interessantes) mas a minha querida família tinha atingido o limite daquilo que conseguia aguentar em museus.
Desforrámo-nos com o final do city tour (of course!) e acabámos o dia em Hyde Park. Fantástico!
Para terminar mesmo o dia jantámos à porta de casa no Beck's Cafe, um dos melhores sítios para jantar bem e barato (os taxistas de Londres que o digam).
Dia fantástico!

da praxe

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Continuamos no mais puro espírito londrino ... e dentro do tempo que temos e da resistência das crianças cumprimos com o tour da praxe por esta cidade que continua igual a si própria e ainda com muito por descobrir..
Acabei o dia no Liberty a namorar os tecidos deles mas fiquei-me só por isso.
Amanhã há mais ...

casa é onde estivermos ...

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O barulho das gaivotas é uma das características desta nossa estadia.
Depois de dois dias de de muito caminhar por essas ruas precisávamos de descanso.
À nossa maneira, improvisámos, e jantámos "em casa".

registos clássicos de uma primeira visita

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Os registos clássicos de uma primeira visita a Londres passam por isto.
A Mariana merece e faz parte da sua educação :). Nada de sítios "fashion" a querer ser diferente.
Lugares comuns como o Museu de História Natural para vermos os dinossauros, o Museu da Ciência para vermos um bocadinho dos astronautas (todos com entradas grátis! yes!).
E o Harrods (of course!). Neste caso independentemente do número de vezes que já visitámos aquele "ground floor", as salas de charcutaria, queijos, frutas e vegetais e sei lá quê mais fazem os meus encantos, pela apresentação, pelo ambiente, pela variedade e não só, enfim, mais turístico do que isto é impossível.
"So, so british!". O Miguel reclamou da visita ao Harrods, mas no final gostou (mais uma vez, "of course!" :)).

london city e a arte de cantar

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Começámos as nossas férias de Verão.
Estamos em Londres onde sabe sempre bem voltar de vez em quando.
Esta é a vista do nosso apartamento perto de Convent Garden.
A temperatura rondava os 30ºC quando chegámos.
Enquanto esperamos que a Marta se dedique às suas artes aproveitamos para passear.
Ainda me lembro das primeiras impressões da Marta e do Miguel quando os trouxemos da primeira vez.
Para a Mariana é uma novidade, por isso esperam-nos dias de redescoberta desta cidade através do seu olhar.
Ainda há pouco enquanto jantávamos e ouvíamos uma cantora de ópera na rua fiquei a conhecer as três razões necessárias para se cantar bem "que saíram da minha cabeça inventadas por mim mãe:
-Primeira, é preciso estar contente e muito feliz;
- Segunda, é preciso saber muito bem o que se vai cantar, sem dizer palavrões nem nada;
- E terceira, é preciso querer mesmo muito fazer-se essa coisa, cantar, mãe.
O que achas? Achas que tenho razão?
Existirá melhor explicação pergunto eu? :).

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