Desde há algum tempo que cá a casa chegam folhas como esta quase todos os dias.
Já tinha acontecido antes, com a Marta, quando tinha uns sete ou oito anos.
Agora é a vez da Mariana.
Voltámos atrás no tempo (Será que nos filhos dos meus filhos vou algum dia rever estas memórias? Pois não sei ... por enquanto é a Mariana que lhes dá seguimento).
São cuidadosamente escolhidas no recreio.
E são guardadas dentro de uma gaveta que ninguém está autorizado a abrir.
Uma gaveta cheia de “tesouros” que a fazem feliz.
Coisas simples, simples, … como estas folhas.
Esta gaveta é bem capaz de ganhar o prémio do melhor tesouro que temos cá em casa.
(Se bem me lembro, acho que o Miguel costumava trazer pedras (coisas de rapaz … :) ).
