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do Louvre e Doisneau

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Depois de duas tentativas frustradas para subir à Torre Eiffel recusámo-nos a esperar horas numa fila e aproveitámos para ir aos Champs Éllisées. Visita obrigatória à loja da Abercrombie & Fitch (quem tiver filhas adolescentes é capaz de entender o porquê). Vi a etiqueta com "made in china" e lembrei-me logo do que li na "A mãe que capotou". Fiquei com um peso na consciência mas naquele momento não me apeteceu estragar um dos momentos destas nossas férias.
Em relação à Torre Eiffel tentámos comprar os bilhetes a partir de Lisboa, mas para ter sucesso era preciso fazê-lo com dois meses de antecedência e nessa altura esta visita a Paris ainda não estava sequer nos nossos planos.
A parte da tarde foi dedicada ao Louvre.
Finalmente consegui ir ao Louvre! Tivemos sucesso na reserva via net e recomendo vivamente a visita guiada. Consegue-se esquecer a multidão tendo em conta o que temos para ver e aprender. Correu muito bem e sobre o Louvre não poderei acrescentar muito a não ser que um mundo de obras e objectos ficaram por ver.
Fui agradavelmente surpreendida pelo facto dos meus filhos já conhecerem e saberem explicar parte das obras que vimos. Aliás, o mesmo aconteceu em relação a monumentos enquanto percorríamos a cidade. Senti-me recompensada pelas várias horas a rever matéria para os testes de História, Civilização e Geografia :)
À semelhança do que nos aconteceu no Museu d'Orsay, a partir das 16h30m quase que fomos despejados do museu. Tenho pena que os horários dos museus não sejam mais alargados e no caso do Louvre julgo que não deveria fechar dia nenhum (encerra à 3ªfeira!). Embora exista um dia por semana em que cada museu pode ser visitado até às 21h, mesmo assim, deveria existir um horário normal mais alargado. É pena ... não percebo nada de Economia mas talvez desse emprego a mais uns quantos ...
De qualquer forma, independentemente destes pequenos pormenores, Paris será sempre Paris e desejaremos sempre voltar. Tanta coisa ficou ainda por ver e visitar, com outra calma, e apreciado de outra forma.
Respondendo à pergunta que todos me fizeram quando disse que iria a Paris nestas férias da Primavera:  não visitámos a Disneyland! Talvez olhem para os meus filhos de modo estranho quando responderem à mesma pergunta, mas quanto a mim trocar um ou dois dias em Paris por uma visita a um parque deste tipo não fazia qualquer sentido. A Disneyland ou parecido há mais por aí, mas Paris é única.
Au revoir Paris, cité de l'amour! Só não consegui fotografar este "beijo à Robert Doisneau" por uns segundos :)

Centre Pompidou et marché-aux-puces

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Se fosse possível faríamos quantos quilómetros pudéssemos para percorrer esta cidade fantástica.
Veríamos todos os museus, andaríamos por todas as feiras de velharias e percorríamos tantas ruas quantas as necessárias até nos cansarmos de admirar os cantos e recantos desta cidade fantástica.
Andámos pelo Centre Georges Pompidou.
Andámos no marché-aux-puces da Porte de Vanves e de outro que encontrámos e do qual não sabemos sequer o nome.
Ouvimos música de rua e visitámos o Jardin du Luxembourg.
Passámos pelo Jardin des Tuilleries e chegámos a casa estoirados.
Andámos o mais que pudemos e o fim-de-semana acabou tão depressa que nem demos pelo tempo passar.

sol

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Finalmente apareceu o sol e o bom tempo veio atrás.
Fomos à procura da exposição sobre os Descobrimentos que está na Gulbenkian e que mostra alguns dos manuscritos e mapas que estão guardados no arquivo da Torre do Tombo: "360º Ciência Descoberta".
A Marta tomou nota de algumas frases interessantes:
"O que hoje não sabemos, amanhã saberemos" Garcia da Horta 1563
"A verdade tem pés, e anda e nunca morre" Garcia da Horta 1563
A Mariana descobriu que "Cada estrela tem um número ...." e a importância da matemática na descoberta do mundo.
O Miguel despachou-se em 5 min :) e acabámos a visita pelos jardins que estavam completamente cheios de pessoas, que liam ao sol, que dormiam, que faziam pic-nic's, que conversavam, que passeavam, ... enfim, estávamos mesmo a precisar deste sol e desta luz de Lisboa para nos animar!


Joana Vasconcelos e o Palácio Nacional da Ajuda

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Já que não conseguimos ir até Versailles fomos até ao Palácio Nacional da Ajuda.
Provavelmente teremos que voltar. Pelo menos para visitar de novo o Palácio que não conhecia e que vale bem a pena visitar. O facto de ter acabado de ler há pouco tempo o livro "D. Amélia" da Isabel Stilwell fez com que esta visita se tornasse duplamente interessante.
Por Joana Vasconcelos e a sua arte, e pela nossa História.
Em relação à exposição não há palavras, é mesmo imprescindível visitar.

mnac

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Museu Nacional de Arte Contemporânea.
Ao Chiado, instalado no espaço do convento de São Francisco da Cidade.
A restauração do edifício que tinha sido afectado pelo incêndio de 1988 permitiu a sua reabertura em 1994.
Muito interessante a recuperação que foi feita.
Curiosa a exposição temporária e gostei do filme sobre o "bidonville". Ficámos todos a saber que nos anos 60 quando emigraram não sei quantos portugueses para França éramos conhecidos como os negros da Europa! Muito interessante sem dúvida e muito bom para o nosso ego ... :(
Gostei muito da exposição permanente. Afinal não tinha só arte contemporânea.
Havemos de voltar com um bocadinho mais de tempo.
A entrada no museu é gratuita (incrivel!).
Para não variar não tinha muita gente (incrível!).
E deixaram-nos tirar fotografias. Eu e a Mariana (uma das outras fotógrafas da família) aproveitámos para fotografar alguns dos que mais gostámos.

pavilhão do conhecimento

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Este domingo conseguimos finalmente fazer a vontade à Mariana.
Num dia de chuva e cinzentão nada como uma visita pelo "museu das ciências", como ela diz.
Tivemos a sorte de apanhar uma exposição bem engraçada sobre o T.Rex e a Mariana ficou um pouco baralhada com os fósseis. Agora sabe que não são nomes de pessoas (isto é o que nos ouve chamar a algumas pessoas que aparecem na televisao)!   
Os resmungões que não queriam sair de casa, no final, quase que tiveram que ser puxados para conseguirmos ir almoçar.

ilha do Pico

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Acordar cedo.
Apanhar o barco para Madalena na ilha do Pico.
Visitar o Museu dos Baleeiros nas Lajes do do Pico.
Voltar ao Faial.
Acabar a tarde no porto de Pim.
E escrever postais aos avós (às antigas) que não têm mail nem lêem mensagens de telemóveis.

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