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Vogue 100 anos and HRH The Duchess of Cambridge

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Um mimo que a Marta trouxe para mim.
Além deste número da Vogue ser de colecção porque é uma edição comemorativa dos 100 anos da revista, a Vogue britânica é uma das minhas revistas favoritas (embora de vez em quando também compre a portuguesa), e eu gosto do estilo de sua Alteza Real, Kate Middleton, Duquesa de Cambridge.
Já tenho leitura para me entreter esta noite! :) 

dia de folga, a revista Selvedge, e do crochet

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Hoje foi dia de folga!
Obrigada a levantar bem cedo para os levar ao liceu aproveitei para passar pelo cabeleireiro. Diga-se que é um verdadeiro luxo poder estar com o tempo assim por minha conta sem ninguém a telefonar-me a perguntar quando é que estou despachada (normalmente são dois telefonemas no mínimo).
Este "no stress" é do melhor. A seguir, uma voltinha até Campo d'Ourique para comprar uns fechos de correr e procurar, com calma, um tecido plastificado que preciso sem ter uma certa pessoa especada do lado de fora da loja a contar os minutos. Juntamente com os ditos fechos trouxe também uma multa da EMEL (das encarnadinhas) porque estacionei num local proibido e não dei por isso. Além de conscienciosamente ter pago o ticket de estacionamento a multa marcava 12h57m e no relógio do carro marcava 13h02m (menos 5min e talvez tivesse tido alguma hipótese de me safar). "Boa"! 
Roguei umas pragas e em vez de voltar para casa resolvi ir almoçar a um sítio que gosto quando estou sozinha porque dá para estar a ler calmamente sem muito barulho à volta. Pedi o prato do dia - empadão de carne - e confirmei que não gosto de batata doce mesmo em puré misturada com carne. Nestas situações, normalmente é a outra pessoa que troca o prato comigo mas desta vez ele não estava lá e por isso, como já estava esfomeada, não tive outro remédio senão comer tudinho  empurrado com uma Coca-cola para disfarçar o sabor adocicado da batata. Duas vezes "boa", ou serão três vezes?!
Resolvi voltar para casa. Acho que aqui estou segura!
Com o resto da tarde por minha conta resolvi recuperar a leitura de algumas das minhas revistas em atraso (desta vez sem ninguém a perguntar-me se eu sabia onde estavam as calças ou outra coisa qualquer ou a pedir-me para chegar "aqui" num instante). É verdade, uma vez em casa, a minha família usa e abusa e pouco lhes interessa se eu estou a meio de qualquer coisa ... eu devo ser uma espécie de google caseiro. Quando não sabem de qualquer coisa perguntam-me. Desde perguntar onde estão os ovos - que normalmente guardo sempre no frigorífico que eu saiba - até algo mais complicado e bem mais difícil como cola por exemplo. Cola é uma coisa muita procurada cá em casa, mas que nunca ninguém sabe onde está. Eu devo ser boa nisto porque acho que sou a única pessoa desta família de 5 que sabe exactamente onde está tudo guardado ouuuuu que, regra geral, se lembra do sítio onde algum deles deixou a dita coisa que procuram!
Bom, ironias à parte e voltando às revistas: a Selvedge (apesar de carísssssima) é uma das minhas revistas preferidas se não for "a" preferida.
No último número que estou a ler dou com dois artigos interessantes "It's hip to be (a granny) square" e "Yarn bombing" sobre tricot e crochet. 
Diz que tricotar é óptimo para a depressão, para a tensão arterial, etc., etc., etc., como eu já sabia.
Mas a parte que eu não sabia e que eles dizem ser verdade é que o crochet está a ultrapassar o tricot. O "graffiti" criado através deste movimento de "guerrilla knitting" que já invade muitos jardins e ruas por aí é injusto porque segundo parece uma boa parte é crochet e não tricot. 
Pois, parece que agora é o crochet que está na moda.
Entre as várias referências que o artigo traz existem duas que gostei especialmente: basicamente tudo mas mesmo quase tudo o que a Helen Rodel faz, e em particular este poncho da Katie Jones.
As duas aprenderam a fazer crochet com a mãe ou com a avó. Acho esta parte absolutamente fantástica. Eu aprendi com a minha mãe, e uma das principais memórias que tenho da minha avó materna são as suas eternas colchas de quadrados de crochet em linho branco que ela fazia umas a seguir às outras.
Pela minha parte já cumpri o legado e ensinei as minhas filhas a fazer crochet e tricot. Espero que algures no futuro aproveitem bem e lhes traga boas memórias e ajude a aliviar o stress :).

sobre as ideias da moda

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Em tempos fui responsável pela área de Inovação na empresa onde trabalho.
Tenho plena consciência do esforço frustrante em promover a geração de "ideias" que dêem "a ideia" que vai mudar a nossa vida e por isso sou especialmente sensível quando vejo um título do estilo "100 ideias que mudaram a Moda".
Ao contrário do cenário imposto hoje em dia em que na maioria das vezes se gasta uma parte do orçamento de uma empresa sem resultado nenhum que se veja a não ser a ilusão da publicidade que se pretende, os casos que li resultaram naturalmente e só foram apelidados de "ideias" à posteriori quando a criação de uma tendência estava mais do que confirmada.
No sábado à tarde enquanto esperava que alguma alma caridosa resolvesse aproximar-se dos confins de mundo a que me vi confinada fui lendo esta revista (em dois volumes) que conseguiu juntar dois temas pelos quais tenho muita curiosidade ultimamente, "ideias" e "moda".
Várias das ideias apresentadas não me parecem propriamente "ideias" no sentido que o palavrão "Inovação" acarreta.
Mas houve algumas (escolhidas ao acaso) que fazem justiça à definição e que decididamente marcam o modo como nos vestimos actualmente.
A t'shirt - inicialmente só utilizada como roupa interior masculina tornou-se tendência nos anos 50 quando Marlon Brando e James Dean se apresentaram no cinema usando-as como roupa de trabalho. Nessa época começou a ser usada por muitos jovens como sinónimo de rebeldia e independência.
As calças de ganga - ideia de Jacob Davis e Levi Strauss em aplicar sólidas tachas em cobre para reforçar os bolsos e outras costuras sujeitas a esforços. Esta não é preciso evidenciar o quanto marcou diversas épocas desde então, incluindo aquela em que estamos.
Num registo menos banal e como sinal de mudança em tempos que foram de crise como os actuais, a silhueta "new look" - no final dos anos 40 a seguir à guerra caracterizada por uma silhueta que marcava a cintura com longas saias rodadas utilizando muitos metros de tecido. Lançada por Christian Dior numa época em que a utilização de tanto tecido era um escândalo devido à escassez de recursos resultante da guerra. Mas as pessoas precisavam de optimismo e ilusões de abundância que lhes aliviasse o sofrimento pós-guerra e apesar de muito contestado tornou-se mesmo uma tendência que marcou uma época.
E o "vestido de noiva" (porque não?!) - quem diria que antes da rainha Vitória ter tido a ideia de fazer o seu vestido em cetim branco, os vestidos de noiva eram de cor (para as pessoas mais modestas eram em preto) para que pudessem vir a ser usados mais do que uma vez. Apesar do vestido em branco ter sido considerado um luxo à data o que é certo é que actualmente é a escolha da maioria das noivas.
Em 100 foi difícil a escolha, estas vieram ao acaso, mas há muitas mais com histórias bem curiosas que explicam bem como no momento em que surgiram foram a "ideia" que nos levou ao modo como vestimos (e vivemos) actualmente.
Diverti-me a ler e ajudou-me a passar a tarde, sem dúvida! :)

a toile e o caftã

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Uma toile é um protótipo de um novo molde que queiramos experimentar pela primeira vez para podermos fazer afinações e ajustes ao modelo inicial sem estragar o tecido final que escolhemos.
Para fazer estas provas experimentais deve-se escolher um tecido claro que permita ver bem as marcações, e o "toque" deve ser o mais parecido possível com o tecido final para que possamos avaliar melhor o resultado real.
Uma toile não tem necessariamente que reproduzir a peça completa e podem existir situações de design mais complicado em que é necessário fazer mais do que uma toile em etapas diferentes de execução da mesma peça de vestuário.
Nas minhas aulas de costura utilizamos normalmente pano cru que custa mais ou menos 3 euros o metro. Depois de provar e ter a certeza que está tudo ok, desmancha-se retirando os alinhavos, e fica-se com as diversas partes soltas com as marcações em giz ou em caneta.
Em seguida já podemos cortar o tecido final sobre a toile em vez de recorrer ao molde em papel vegetal.
Se quiser ficar com o molde correcto então terei que reproduzir os diversos ajustes no desenho original ficando assim com a peça exactamente à minha medida (pelo menos, enquanto mantiver o mesmo peso).
Uma trabalheira ... e por isso é sempre a custo que desmancho o pano cru.
Para não "sofrer" tanto quando estou em casa a fazer algo semelhante e para acalmar a ânsia de utilizar o tecido "à séria", sempre que possível, opto por utilizar tecidos baratos e de qualidade inferior em vez do pano cru. Se tiver a sorte de acertar à primeira aproveito melhor o meu tempo e ganho uma peça de roupa nova.
Embora a peça em causa, um caftã, não seja propriamente de uma grande dificuldade de execução resolvi ensaiar com um tecido cujo padrão me agradou bastante em vez de utilizar tecidos mais caros. Neste caso justificou-se pela quantidade de tecido necessário para fazer um caftã comprido - ou seja, cerca de 2,50m com 1,40m de largura.
Embora a qualidade da fotografia não seja a melhor foi o que consegui em final de tarde e este modelo retirei-o da Manequim de Novembro. Estarmos em estações de ano opostas em relação ao Brasil é uma vantagem e esta é uma das revistas que normalmente tem modelos simples que gosto de experimentar.
É "giro" para levar para a praia ...

sexta-feira

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Parece que a previsão mostra um bocadinho de sol para os próximos dias.
Tenho revistas novas e mais uns livros que recebi esta semana e o fim-de-semana inteirinho que espera por mim. E mais umas tantas coisas que gosto de fazer só porque me apetece.
Adoro as sexta-feiras ...

destes dias antes do Natal

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Apesar de termos reduzido os presentes ao mínimo (cada adulto recebe só um presente e todos oferecem às crianças) estas compras de Natal tiram-me do sério.
Depois de um domingo despesista vai saber-me bem sentar-me finalmente e passar o serão entretida a ler as minhas revistas em paz.

para este fim-de-semana

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... ler as minhas revistas preferidas que já falam do Natal.
Começar a pensar nos presentes das crianças. E outras coisas do género que me distraem o espírito.
Finalmente é sexta-feira ...

ainda a propósito do "pão-de-forma" ...

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Com a confusão total instalada "lá fora" com políticos que não se entendem para dar um rumo a este país a vontade de desaparecer torna-se ainda maior.
Até a revista "Marie Claire" deste mês veio de encontro aos meus desejos.
Olhar para estas fotografias preenche completamente a imagem por trás do último post.
Bem sei que a guitarra e cantar à volta da fogueira nunca foi muito a minha "onda", e que neste momento seria difícil conciliar três crianças (em que dois deles são adolescentes) num espírito tão descontraído e romântico, mas qualquer coisa perto disto seria fantástico (mesmo com as três crianças dentro da "combi van" :)).
Sonhar continua a ser condição necessária e suficiente para conseguir um bem-estar maior.
Portanto, sonhemos! :).

The Knitter

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Há algumas revistas que só compro de vez em quando e "The Knitter" é uma delas.
Desta vez não foi a capa que me atraiu, mas sim o conteúdo que anunciavam.
Um artigo sobre a Elizabeth Zimmermann, um artigo sobre uma designer japonesa, e patterns by Debbie Bliss entre outras foi mais do que suficiente para me convencer.

revistas antigas

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Uma das coisas que costumo procurar nas feiras de velharias são revistas antigas.
Principalmente pelos desenhos das capas que fazem os meus encantos e a partir dos quais já deu para fazer alguns dos quadros que estão cá em casa.
Estas são dos anos 30 e dos anos 50. Não tive coragem de as recortar.
Alguns dos artigos são engraçados de ler. A grande maioria são sobre conselhos úteis à época.
E talvez como consequência das grandes guerras as noções sobre a reutilização são uma constante.
O mais comum é dar ideias sobre a transformação de roupa. Como obter um vestido novo a partir de um vestido antigo e de uma blusa. Como transformar um casaco ...
Também ensinam a fazer chapéus que eram indispensáveis a qualquer senhora elegante dos anos 30.
No entanto, o mais comum são os artigos sobre tricot. As instruções são muito completas e um destes dias gostaria de me aventurar a fazer um destes casacos. Não sei se o meu francês será suficiente para semelhante aventura mas estou com vontade de tentar. Mais um para a minha longa (cada vez mais longa) lista de desejos pendentes.

aprendizes

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Nos meus passeios até à Livraria Barata além das revistas do costume, ocasionalmente, escolho uma revista diferente.
Desta vez ao folhear a Monocle de Abril encontro um artigo que dá início a uma nova rubrica chamada "Master and Apprentice" que conta histórias sobre a passagem de conhecimento, no "saber fazer" pela prática e pela experiência, entre um mestre numa determinada profissão e um aprendiz.
Na primeira história a profissão em causa é a de alfaiate e conta o caso de um rapaz que vivia em Seoul onde se licenciou como engenheiro na área do IT, e depois resolveu mudar de vida. Inscreveu-se num curso de "pattern design" em Milão e após o concluir, depois de várias tentativas, lá conseguiu ser admitido como aprendiz num alfaiate antigo na mesma cidade. E até parece que é feliz.
Este artigo chamou-me a atenção porque falava de costura (of course!), e também pelo facto de mencionar o dito curso de "pattern design".
Dizer que existe alguma semelhança será abusivo da minha parte, mas eu que estudei matemática e trabalhei quase toda a minha vida na área do IT, recentemente (nos últimos 6 meses) dei por mim a fazer um curso de moldes (ou seja, "pattern design") ao fim-de-semana. Porque sempre gostei de desenhos técnicos e porque achei piada à possibilidade de desenharmos ou adaptarmos a nossa própria roupa.
Não estou como aprendiz num alfaiate (e até não me importaria de estar), mas estou a aprender a costurar.
É engraçado e curioso encontrar estas histórias. Cada vez dou mais valor ao "saber fazer" e é engraçado constatar que há mais quem pense assim.
É óbvio que a ideia do rapaz de Seoul é outra, bem mais séria, e inteligentemente pensada por quem cedo parece saber o que quer da vida.
Para mim, a ideia (mais modesta) tem a ver com a capacidade de aprender um ofício e ser capaz de produzir peças originais com as nossas mãos, o mais perfeito possível, apesar das imperfeições do trabalho manual que as tornam únicas. É algo que cada vez me seduz mais.
Há tempos atrás ouvi alguém dizer que estudar e ter um curso superior é importante, mas também é igualmente importante, nos tempos actuais, aprender um ofício seja ele qual for.
Para quem como eu sempre trabalhou no dito sector da economia dedicado aos "serviços" posso declarar que contrariamente ao que acontece na prestação de serviços, neste caso, o exercício em si nos liberta o "espírito", e no fim, ao olhar para o produto final deixa-nos uma sensação de realização que é altamente reconfortante e recompensadora.
Gostaria, um dia, de me considerar uma "aprendiz" :)

Homes & Antiques

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Uma das minhas revistas favoritas.
Desta vez num só número conseguiram juntar máquinas de costura vintage com patchwork. Dois dos meus temas favoritos.
No caso das máquinas de costura (ignorância minha) não sabia eu que em tempos que já lá vão já existiam máquinas próprias para coser chapéus ou para coser luvas!
Ingénua ... !!

à procura de ideias

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À procura de ideias para o Natal numa das minhas revistas favoritas.
O tempo continua a passar depressa demais e as ideias borbulham.
Muito provavelmente não vou conseguir fazer nada disto mas seria engraçado se este ano conseguisse repetir a proeza de oferecer algo feito por mim:
1. Umas molduras douradas com umas imagens a preto e branco de um livro que comprei há séculos;
2. Uma almofada com umas rendas que comprei na Feira da Ladra há uns meses;
3. Inspirada por estas imagens tão coloridas fazer pelo menos uma destas flores que me encantam. 
Enquanto sonho com estas realizações o tempo passa e eu tenho o gozo de ir fazendo planos ... :)

ao fim-de-semana

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temos o hábito de passear pelo bairro.
Beber um café e ir à Livraria Bertrand ou passar na Livraria Barata é um clássico.
Este domingo a consultar a imensa colecção que a Barata tem descobri o nº 1 desta revista.
Entre várias coisas interessantes tem as instruções para fazer um espelho sol.
Enquanto não arranjo um verdadeiro pode ser que uma das minhas crianças habilidosas me queira fazer um para o Natal (na esperança que algum deles leia isto ...). Quem sabe!?

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