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tessuti
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Visitar uma cidade nova sem procurar lojas de venda de tecidos, ou lãs, ou retrosarias, não é visita. Não poderia deixar de falar de Roma sem registar a minha busca pelas ditas. A pesquisa que fiz antes de ir confirmou o que encontrei. Ou melhor dizendo, dificilmente encontrei, apesar de ter andado por muito sítio.
Digna de registo fica a Fratelli Basseti Tessuti no Corso Vittorio Emanuele II nº73.
Não daria nada pela entrada até chegar ao 1º andar de um prédio antigo e com um aspecto mais ou menos duvidoso. Salas e salinhas que se iam sucedendo e descobrindo cobertas de rolos de tecido do chão até ao tecto.
Os "scampoli" (retalhos a preços mais baratos) não me tentaram. Admirei a variedade, a quantidade e a qualidade. Quanto ao preço e comparando com o que vejo em Lisboa é mais barato apesar de na grande maioria se tratarem de tecidos que normalmente são caros. O sector dos tecidos para camisas (na segunda fotografia) e o sector das sedas eram de perder a cabeça.
Tive a companhia do meu filho Miguel que não gosta de me deixar sozinha.
E como tive muito pouco tempo para explorar devidamente a coisa (também por consideração para com ele) acabei por não comprar nada mas valeu a pena a visita.
desejar
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Enquanto estive em Roma não me lembro de ter visto grandes edifícios de centros comerciais.
Reparei que existem imensas lojas de rua pequenas com um aspecto "delicioso", simples e de bom gosto como as coisas simples são normalmente, dedicadas a vários ofícios.
Desde ourives, a sapateiros, a pessoas dedicadas a fazer artigos para caça (que não sei como se chamam), gelatarias artesanais, os que fazem uma variedade enorme de massas para venda, e outras coisas mais, até aos que se dedicam a fazer roupa (deixei-os para o fim de propósito). Imensos. Lojas mínimas de 30, 40 ou 50m2 se tanto com roupas originais, bem feitas, e caras/baratas q.b.. Dada a quantidade presumo que por Roma valorizam estes trabalhos manuais dedicados à costura, e ao "bem fazer", e há mercado suficiente para os manter.
Mesmo ao lado do hotel onde ficámos hospedados havia uma loja de alfaiate que me apaixonou.
Não tive coragem para pedir que me deixassem fotografar o interior, mas todos os dias namorei a montra e registei em memória algo muito muito próximo mesmo do que gostaria de ter ou fazer um dia se possível fosse, mas na versão feminina. Se irei mudar de ideias não sei, mas neste momento é o que sinto.
As amostras de tecidos, os modelos alinhavados a aguardar prova, os balcões de madeira a cheirar a antigo, o escolher à medida à vontade do freguês, e fazer algo que considero útil que alguém queira ou necessite, use, aprecie, e por isso esteja disposto a pagar o justo valor ...
Um pouco fora do seu tempo, eu sei. Quem estará disposto a passar por todo este processo, e sobretudo, em tempos em que nos habituámos a ver e comprar, quem estará disposto a esperar que a "obra" fique pronta? Provavelmente poucos. Mas mesmo assim, quem sabe um dia? :)
Frida Kahlo em Roma
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Depois de acordar às 7 da manhã (6 em Lisboa) e percorrer os museus do Vaticano o cansaço é mais que muito e só o deslumbramento que tenho por Frida Kahlo nos levaria a palmilhar mais não sei quantas ruas para chegar ao Quirinale e visitar esta exposição.
Nunca tinha visto um quadro dela ao "vivo e a cores" e por isso descobrir que esta exposição estava a decorrer em Roma foi uma agradável surpresa. Também foi uma agradável surpresa descobrir que a Marta e o Miguel conhecem melhor a vida e obra desta pintora do que eu (bendita escola!).
Isto para dizer que esta coincidência no tempo e no espaço permitiu-me visitar uma das melhores exposições que vi nos últimos tempos de uma das pintoras que mais gosto. Surrealismo e neo-realismo no seu melhor ao estilo mexicano de Frida Kahlo, Diego Rivera e mais uns quantos.
Terminámos o dia com mais um jantar da comida preferida dos meus filhos. E conversámos de uma forma que só nas férias é possível e que normalmente não acontece nesta agitação constante que é os nossos dias em Lisboa (as últimas fotografias são da Marta).
Sinto-me cansada, ... mas sinto-me bem! Haveria mais para contar mas não hoje :)
trastevere
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Depois dos tours da praxe e que se impunham hoje andámos por um dos meus locais favoritos em Roma.
Além do tempo fantástico e da comida melhor ainda desforrá-mo-nos a andar pela rua, sem horário, a comer gelados óptimos, a ver a gente, a visitar uma das igrejas lindíssimas que cá existem (Sta Maria di Trastevere) e ver marionetas dos espectáculos de rua.
Roma
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Já não sei se foi alguma personagem do Eça que o disse, mas planear é uma das etapas de viajar que é quase tão bom como a viagem em si.
As férias da Páscoa estão quase a começar e desta vez Roma é o nosso destino.
A escolha não foi ao acaso, é a altura certa para passarem dos livros de História e Geografia à História ao vivo.
Depois de passar dias a rever o Coliseu e Jules César com a Mariana, ou ler sobre o Mussolini a propósito do Holocausto com o Miguel, ou assistir aos mil e um trabalhos da Marta sobre as Grandes Guerras, a escolha desta cidade não podia vir mais a propósito.
Vai ser bom descansar e termos mais este tempo só nosso. É o que queremos, estarmos juntos, e descobrirmos coisas novas. Deixá-los ver mundo para valorizarem melhor o que já temos de bom e perceberem o que ainda nos falta a este povo à beira mar plantado.
Visitar esta cidade onde já estive há tanto tempo e que me lembro perfeitamente de pensar que se alguma vez tivesse que trocar esta Lisboa que me encanta por outra cidade para viver, Roma seria a cidade que eu escolheria.
As férias da Páscoa estão quase a começar e desta vez Roma é o nosso destino.
A escolha não foi ao acaso, é a altura certa para passarem dos livros de História e Geografia à História ao vivo.
Depois de passar dias a rever o Coliseu e Jules César com a Mariana, ou ler sobre o Mussolini a propósito do Holocausto com o Miguel, ou assistir aos mil e um trabalhos da Marta sobre as Grandes Guerras, a escolha desta cidade não podia vir mais a propósito.
Vai ser bom descansar e termos mais este tempo só nosso. É o que queremos, estarmos juntos, e descobrirmos coisas novas. Deixá-los ver mundo para valorizarem melhor o que já temos de bom e perceberem o que ainda nos falta a este povo à beira mar plantado.
Visitar esta cidade onde já estive há tanto tempo e que me lembro perfeitamente de pensar que se alguma vez tivesse que trocar esta Lisboa que me encanta por outra cidade para viver, Roma seria a cidade que eu escolheria.
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