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gerações e a máquina de costura da Avó M

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A Avó M ofereceu-me a sua máquina de costura. Habituei-me a vê-la num quartinho da cave em sua casa e lembro-me muito bem de algumas das tardes em que passava lá e via a D Jacinta sentada a costurar atarefada no meio de tecidos, cortes, e arranjos.
Recentemente soube que foi um presente do seu pai numa época em que provavelmente era comum os pais oferecerem máquinas de costura às filhas.
Alguns dias depois do último Natal telefonou-me a perguntar se eu arranjava um espaço aqui em casa para a guardar porque podia vir cá trazê-la nessa semana. Assim, sem mais nem menos, no modo directo e muito prático que lhe é habitual.
E eu que sou uma sentimental só fui capaz de lhe responder que sim naquele comportamento tacanho, pateta e tótó, que me irrita, que algumas vezes ensino aos meus filhos que não devem ter (já sei que sou muito severa e que vão ficar traumatizados!). Não fui capaz de lhe dizer o que me ía na alma. No mesmo modo directo e claro, sem lamechices, e comportando-me decentemente, não fui capaz de lhe falar da importância que dou a receber algo assim e que este é um dos presentes mais preciosos que recebi na minha vida.
Bom, continuando ..., pelo número de série fiquei a saber que esta Singer, modelo 15K88, foi produzida na "Great Britain" em 1957. A primeira máquina de costura apareceu no início do século XIX, e em 1850 um senhor americano chamado Isaac Singer patenteou o que viria a ser a primeira máquina de costura doméstica. Já tinha reparado que era um modelo muito comum e segundo algumas pesquisas que fiz descobri que esta série 15 foi uma das máquinas de costura domésticas mais populares com uma produção que durou cerca de cem anos.
Obrigada Avó M.!

coisas de antigamente

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Esta semana passei por casa da Avó M. Ganhei uma caixa de linhas de costura "que estavam para lá guardadas" (à minha espera? Iupiiie). Tendo em conta quanto custa cada carrinho de linhas hoje em dia é o tipo de coisa que dá sempre jeito.
Mas ao abrir a caixa percebi que não ia ser assim. Posso ser doida, mas para mim preciosidades daquelas que dizem "fabricadas em Portugal" há não sei quantos anos atrás não dá para gastar assim sem mais nem menos. Obrigada Avó M. Mais um tesourinho ... :)

das lãs e o desejo de uma manta feita de plain granny squares

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Há uns dias atrás quando fomos até à Golegã passámos por casa de uma pessoa que estava a vender várias coisas que já não lhe interessavam.
Não lhe chamaria propriamente uma "venda de garagem" mas podemos dizer que estaria um poucochinho de nada (levemente) próximo. Digamos também que em vez da garagem andámos por uma espécie de sótão.
Entre a "tralha" o J. encontrou um velho gira-discos que trouxemos para casa.
E eu encontrei um monte de lã em excelentes condições que também trouxe para casa.
O meu coração bateu mais depressa quando vi aquelas cores todas e naquele momento consegui imaginar-me a fazer uma manta de plain granny squares do tipo desta ou desta por exemplo.
O entusiasmo levou-me a comprar o stock todo, que não era muito diga-se de passagem (a fotografia é uma pequena amostra), mas que dará seguramente para mais do que uma manta (ou então, no limite, terei uma manta candidata ao Guiness).
Para aliviar a consciência pesada optei por colocar a maior parte à venda na loja para quem possa vir a estar interessado em fazer alguma manta do género :)

hoje foi dia de feira

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Sábado de manhã na feira da Ladra.
Mais uma tentativa minha para encontrar o espelho sol. Sem sucesso.
Mais uma uma tentativa da Mariana para encontrar os seus ursinhos de loiça. Sem sucesso também.
Mas em compensação encontrámos coisas muito interessantes a um euro.
Ainda me tentei mais uma vez com o clássico da TAP pelo qual, provavelmente devido à procura, continuam a pedir uma fortuna de 20 euros. Onde já se viu, 20 euros! Resisti e bem!
Não vamos é resistir muito tempo até dar uma voltinha todos enfiados num tuk-tuk (não sei bem como) armados em turistas.


memórias, linhas e galões antigos

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Galões com mais de 50/60(?) anos cuidadosamente guardados. Quaisquer 10cm são aproveitados. Alguns ainda estão com as etiquetas dos Armazéns Grandella.
Este nome trouxe-me à memória pedaços da minha infância sobre as vezes que lá fui com a minha mãe. Subir a escadaria e percorrer as salas que na altura me pareciam enormes; olhar os tecidos, linhas, ... e outras coisas mais, e esperar e desesperar até que finalmente decidia o que comprar, e vínhamos embora, para irmos lanchar à Suiça onde o meu prémio era pedir um batido de chocolate. Agora tenho saudades desses tempos!
Restos de linhas de bordar muito bem enroladinhas e guardadas num velho saco de plástico, de uma farmácia na Baixa, dos tempos em que bastavam 5 dígitos para se ter um número de telefone.
Linhas de seda para bordar, que apesar do tempo que passou mantém cores e um brilho fantásticos, enroladas em bobines de cartão feitas e recortadas em casa a partir de caixas velhas.
Memórias de um tempo em que nada se deitava fora porque não fazia sentido que assim fosse. Desperdiçar não fazia parte da História. E só se deitava fora quando já não havia outro remédio mesmo.
Memórias de uma pessoa que mal conheci e que fez trabalhos fantásticos que actualmente tenho a sorte de admirar. Recentemente até soube que alguns dos naperons foram bordados sobre tecido que produziam em casa a partir do linho que plantavam e que depois tratavam e teciam.
Memórias de um tempo em que o "saber fazer" passava de mães para filhas em casa, sem internet, sem on-line, sem workshops, e outras coisas assim.
Este fim-de-semana tinha mais um saco destas coisas à minha espera em casa da Avó M. Enquanto abria os saquinhos e separava os conteúdos, a imaginação era mais que muita, e a minha vontade varia entre guardar tudo isto intacto, ou encontrar ideias que lhes dêem uso.
Por enquanto ficam guardados!

cafeteiras

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Enquanto procurávamos por uma prateleira fomos encontrando estas cafeteiras antigas.
Não resisti a fotografá-las.

mais velharias

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Andámos pela feira de velharias em Tavira.
Mais uma vez não resisti e acabei por comprar mais uma (aliás duas) para a minha prateleira dos tesourinhos, que por este andar pode vir a transformar-se em várias prateleiras.
E decidir-me foi mesmo muito difícil ... porque havia várias peças muito interessantes ... e com um preço convidativo!
Mas estava acompanhada e a companhia que levava travou o desejo consumista que me estava a atacar.
Isto apesar de ser um dia em que estava inspirada para o regateio :)


coisas velhas

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No nosso passeio até à feira da ladra eu ganhei umas rendas velhas que ainda não sei bem onde vou usar, a Mariana ganhou mais um ursinho de loiça para a sua colecção, e nós os dois nao resistimos a mais uma colecção de livros antigos com imagens de "Portugal Século XX".
Ainda bem que só lá vamos de vez em quando ...

velharias

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Passámos pela feira de velharias do Jardim do Príncipe Real:
Gastámos pouco e voltámos felizes e contentes para casa.
A primeira vai para a minha prateleira dos "tesourinhos".
A segunda pertence à Mariana.
Para a sua "colecção" de ursinhos de loiça.

fabrico português

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Há uns tempos atrás andámos pela Feira da Ladra.
Onde eu comprei esta caixa de linhas.
"fabrico português" !!
Gostava que voltássemos a ter fabrico português.

a jarra amarela

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Na Av Conde Valbom há uma feira de velharias na primeira e na terceira 5ª feira de cada mês.
Normalmente, quando páro no semáforo, vejo-os a preparar as bancadas para iniciar a venda.
A última vez que que lá passei não resisti.
Parei o carro e consegui ser a 1ª cliente do dia.
Facilmente teria demorado meia hora ou mais, mas só tinha dez minutos.
Mesmo assim consegui comprar uma jarrinha amarela.

velharias

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Eis o resultado de uma manhã de compras, no último sábado, no Príncipe Real.
De acordo com informação da sra vendedora "são muito antigos"!
Se são ou não, não sei, mas que gosto deles, gosto.

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