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do fim-de-semana

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Do último fim-de-semana a Oeste!

O cravo do primeiro bordado com ponto de Castelo Branco que aprendi a fazer!

Um dos últimos quadros que pintei!

Quadros que andei a pendurar com trabalhos de crochet das avós e bisavós do João e que agora decoram as paredes do sótão!

E finais de tarde onde o sol nos aquece a "alma"!








o "depois" de uns cortinados

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É mais um "dois em um" do que propriamente dar continuidade ao que escrevi há poucos dias.
A primeira imagem é a de um dos últimos quadros que pintei nas minhas aulas de pintura da Sociedade Nacional de Belas Artes e que resolvi colocar no nosso quarto novo.
Ao mesmo tempo foi um dos elementos que ajudou para decidir o padrão e cor deste tecido "toile de Jouy" que escolhi para os cortinados que iriam servir de proteção à estrutura do roupeiro que comprámos no IKEA (na terceira fotografia dá para ver uma parte do dito cujo).
Até agora o varão de suporte está a portar-se lindamente :) e a aguentar estes cortinados que além do peso do tecido principal (digamos assim) ainda tem um forro e aquela espécie de faixa no topo que quis juntar porque o efeito franzido certinho que resultam das fitas de franzir me aborrece.
Uma das maiores dificuldades que tive foi manejar tanto tecido e confesso que se não tivesse uma máquina industrial não teria conseguido coser tantas camadas de tecido com uma gramagem que é superior à dos tecidos que normalmente se usam para fazer peças roupa ou outros projectos mais simples como almofadas ou quilting, por exemplo.
A cortina da janela que aparece na última fotografia também foi feita por mim. Mais uma vez, neste caso, a dificuldade foi encontrar as argolas de níquel de 15mm que cosi à mão e que não havia forma de encontrar em lado nenhum à venda (nem na Amazon onde normalmente recorro para estes materiais mais difíceis de encontrar). Quem me "salvou" foi a loja "Pra Kriar" em Campo d'Ourique. A fita de pompons que aparece nessa cortina também foi o último stock que encontrei há uns meses na retrosaria Adriano Coelho na Rua da Conceição.
Esta casa tem catorze janelas, todas elas com estas cortinas a "meia-haste", foram muitas horas a coser argolinhas, mas consegui que ficasse exactamente do modo que tinha planeado.
Este desafio para manter a "alma" desta casa antiga baseada na integridade e qualidade dos materiais de outras épocas tem sido uma odisseia. Depois de muito procurar (tanto em Lisboa como no Porto) invariavelmente ouço histórias de fábricas que fecham e "já não há quem faça isso, as pessoas agora já não querem ter esse trabalho e depois vão a (certas) lojas que vendem tudo muito barato e com pouca qualidade. Isto está muito difícil, e um dia fecha tudo ... "! 
Bom, ... estou muito contente com o resultado final, e agora vou passar ao próximo projecto!





bordado de Castelo Branco

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Há muito tempo que tinha saudades de escrever estas curtas memórias futuras.

Voltar ao "velho" blogspot.

O meu tema de hoje tem a ver com o tempo que tenho dedicado ultimamente ao bordado, primeiro ao bordado "livre" se é que se pode chamar assim, e mais recentemente ao bordado de Castelo Branco.

Do bordado "livre" hei-de registar um destes dias o que tenho feito.

Do bordado de Castelo Branco surgiu a curiosidade por causa dos trabalhos absolutamente fantásticos datados do início do século passado feitos pela avó do meu marido João e que sempre admirei em casa dos meus sogros. 

Inscrevi-me no workshop de iniciação da Catarina Tutella da Seda & Companhia no sítio do costume onde volto sempre que posso, na Retrosaria. Gostei tanto que já estou inscrita para o segundo workshop em Junho. 

O primeiro bordado que fiz foi o "cravo". E não fiz só um, fiz uma meia dúzia até sentir que me podia aventurar para desenhos mais elaborados. Em modo auto-didacta foi o que fiz mas ainda tenho muitas dúvidas sobre como fazer certas formas. 

As imagens seguintes já são resultado das composições que experimentei antes de esburacar a parede onde os pendurei.

Tenho pena de não ter conseguido tirar uma fotografia decente à parede mas enche-me a alma sempre que passo por ela. 

Por último, dizer que as linhas de seda são lindíssimas, o brilho, e a beleza e variedade de cor são preciosas. A técnica utilizada neste ponto é sinónimo do alto valor destas linhas. Seguindo as indicações da Catarina encomendei-as on-line de uma loja de Castelo Branco. O que não é fácil porque as imagens não reflectem bem a cor real. Entretanto, arranjei coragem para ir à Baixa, à Rua da Conceição, e numa das poucas retrosarias que ainda sobrevivem comprei mais algumas linhas.

Agora ando a planear fazer uns bordados copiados de um livro de moldes antigo que comprei num leilão. O que significa que um destes dias voltarei a este tema.






fragmentos a Oeste

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Saímos de Lisboa a meio da manhã de manga curta e com um céu azul. Chegámos às Caldas onde encontrámos o céu cinzento e descobrimos que nos esquecemos do casaco de malha.
Com imagens:
a rua das montras
o restaurante Tijuca, as "pescadinhas de rabo nos lábios ..." :)
o muro de uma casa à procura do restaurante dos Guisados
os peregrinos a caminho de Fátima
Sem imagens:
os pastéis de feijão que comprámos no Rei das Cavacas (de comer e chorar por mais)
uma hora e meia na loja da Casa Felizardo (nem dei pelo tempo passar)
o passeio junto ao hospital no Largo Rainha D Leonor (abandonado!)
as compras habituais que fizemos no mercado da fruta provisório (esperamos ansiosamente pela inauguração em Junho)
a exposição de pintura do Milleniumbcp no Centro Cultural das Caldas (naturalistas portugueses, do melhor)
o lanche no Pão-de-Ló de Alfeizerão (da praxe)
Caldas da Rainha! Um dos sítios onde mais gosto de estar!
Já tinha muitas saudades destas imagens!
A melhor companhia que podia desejar!
Um dia fantástico que nunca vou esquecer! :)
PS.: Na realidade houve mais umas coisas de que hei-de deixar registo depois ...

inesperado em Rio Maior

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Além das compras habituais no mercado das Caldas com passagem pelo parque, à tarde ainda nos aventurámos a visitar as salinas de Rio Maior.
Esquecendo as mil e uma auto-estradas que se entretiveram a construir nos últimos anos no país optámos pelas estradas secundárias e foi o melhor que fizemos tendo em conta a paisagem do campo em final de Verão que vimos.
Ao chegar a Rio Maior foi fácil encontrar o caminho das salinas. Portugal também tem destas coisas inesperadas. Saído do "nada" a não sei quantos quilómetros de distância do mar surgem estas salinas. Resquícios dos primórdios quando o mar chegava aqui. Algo que há milhares de anos que é trabalhado da mesma maneira pelo Homem e que cria paisagens únicas.
Anexo às salinas os antigos armazéns em madeira com os seus fechos muito característicos e que fazem um conjunto engraçado de duas ou três ruazinhas com pequenos bares e lojas.
A outra palavra que me ocorre além de "inesperado" seria "surpreendente" para descrever um sítio assim.

pelo meio da semana

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Nada como refrescar a memória a meio da semana com imagens de um fim-de-semana que nos soube lindamente. Além de recuperar o sono, e fazer quase nada, andámos por aqui.
Nestes anos todos quantas corridas os meus fiilhos fizeram neste parque, quantas vezes cairam das bicicletas e quantas vezes pediram para serem eles a remar já não sei dizer. O que sei é que estas memórias me deixam feliz e que esta paisagem nunca me cansa ...

está-se bem no campo

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Sem dúvida que sim!
Mudámos de ares. Em vez do sol, da areia, e da praia resolvemos ir até ao sítio onde o Inverno passa as férias de Verão!
Hoje não vimos o sol, céu enevoado, muita humidade e uns casaquinhos de malha.

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