Casa Forra
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Uma referência para qualquer sapateiro de Lisboa.
E não só. A fila de espera era grande. Mas vale a pena.
Indo à Baixa é quase certo que tenho que passar por lá.
Fechos, molas, correntes, correias, cadeados, fios, seja o que for do género, a casa Forra tem.
Indispensável para quem se entretém a fazer sacos, malas e coisas do género.
pela Baixa
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No fim-de-semana, apesar da chuva, uma passagem rápida pela Baixa.
À procura de uns tecidos para começar coisas novas.
Passei pela conhecida Casa Souza. Tecidos bonitos e com os preços a condizer.
Não comprei nada, mas valeu a pena a visita.
ao fim-de-semana
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Beber um café e ir à Livraria Bertrand ou passar na Livraria Barata é um clássico.
Este domingo a consultar a imensa colecção que a Barata tem descobri o nº 1 desta revista.
Entre várias coisas interessantes tem as instruções para fazer um espelho sol.
Enquanto não arranjo um verdadeiro pode ser que uma das minhas crianças habilidosas me queira fazer um para o Natal (na esperança que algum deles leia isto ...). Quem sabe!?
manta
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Houve alguém que se divertiu imenso enquanto eu tentava fotografar a última manta de retalhos que fiz.
feriado
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Hoje andámos por aqui, pela Rota das Sedas.
Conheço um certo rapaz pré-adolescente que aproveitou para tomar o pequeno-almoço, almoçar e jantar. Tudo numa única refeição. Não sei se na próxima vez nos deixarão entrar!
Depois, à procura de uma rua passámos pela Baixa, e voltámos para casa.
Os eternos "devoirs à la maison" esperavam por nós ... (cada vez aprecio mais a ideia de alguns países onde ouvi dizer que proibiram os trabalhos de casa, de certeza que pensaram nos pais das crianças ...).
à procura de tecidos
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(fotos minhas do livro "Simple Shapes Spectacular Quilts" de Kaffe Fasset)
Quando se começa à procura de um tecido para se fazer algo é como se se entrasse num “novo mundo”!
Tendo em conta que um determinado tipo de tecido depende da matéria-prima, do tipo de tecelagm e do aspecto, a variedade de tecidos que existe é incrível.
Para quilting/patchwork a matéria-prima mais comum é o algodão (a fibra têxtil que é mais utilizada no mundo inteiro). E aqui a minha escolha vai para os tecidos 100% algodão, sem qualquer mistura. Normalmente são tecidos mais caros mas o resultado final é muito melhor do que o que se obtém quando se utiliza um tecido que tenha uma mistura de algodão com outra fibra sintética.
A maior parte dos tecidos que tenho visto, e que gosto, são ingleses ou americanos.
Kaffe Fasset é um dos designers mais conhecidos por quem se dedica a estes trabalhos e tem quilts e tecidos absolutamente fantásticos. Alguns dos meus favoritos, como não podia deixar de ser, estão neste livro que apresenta alguns trabalhos inspirados nos desenhos geométricos da calçada portuguesa.
Embora tenha chegado à conclusão (como “iniciada” nestas matérias) que estou a gostar mais de fazer mantas sem padrão não posso deixar de admirar estas mantas tão sofisticadas que, quanto a mim, só poderiam ser vistas como peças de arte.
Mais modesta nas realizações tenho procurado tecidos de produção portuguesa para utilizar nas mantas que quero fazer cá em casa mas está difícil de encontrar!
Como é que um país com tanta tradição nos têxteis tem tão pouco para oferecer neste campo?! Será a minha ignorância que não me deixa procurar no sítio certo ou será mesmo falta deles?
Alguém me sabe responder?
faltava-nos um saco
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Por incrível que pareça faltava-nos um saco para a Mariana transportar o seu fato das aulas de dança.
Foi feito com o aproveitamento de uns tecidos que desisti de utilizar para uma manta de retalhos.
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