tecidos novos

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Tenho tecidos novos à venda na loja para fazer coisas bem giras!
E já tenho várias ideias para experimentar em roupa e a fazer mais uns sacos e umas malas cá para casa!
Alguém aí desse lado estará interessado em comprar? :)

às riscas

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A pensar no Verão ...
Em curso com um tecido da Amy Butler, mas também poderia ser executado com este da fotografia que pus hoje à venda na loja ...

modelito quase concluído

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O meu modelito em tweed está quase concluído.
Agora só falta acrescentar as alças o que vai implicar uma visita à Casa Forra na Baixa.
Esta mala tem uns pormenores engraçados que nunca tinha experimentado antes. O que tenho aprendido nas aulas de costura tem-se revelado cada vez mais útil. Agora sei que existem certas técnicas que fazem muita diferença no resultado final e que não são explicadas quando seguimos as instruções dos livros.
Enquanto não chego à fase de começar a aprender a fazer vestidos (ainda estou a aprender fazer saias que é algo que só raramente uso) vou-me entretendo com sacos e malas (que é algo que também gosto bastante de fazer) utilizando alguns dos tecidos que tenho na loja.
Este modelo é mais adequado para o Outono ou para o Inverno e por isso vai ficar guardado à espera da época certa. Entretanto já tenho outro à espera que será mais adequado para o Verão quando o bom tempo decidir dar "um ar da sua graça"!

da roupa e da arte

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(imagens retiradas do catálogo da exposição)

"Pronto", agora gosto destas coisas (e estou cansada de tantas notícias sobre a recessão)!
O que tenho aprendido nos últimos tempos fez-me olhar para a roupa de um modo diferente. Agora quando vejo algumas peças dou por mim a procurar a etiqueta para saber de que tipo de tecido são feitas, observo a qualidade do tecido, tento imaginar qual ou quais os moldes que lhes deram origem, e olho para a qualidade da execução ( ... tanta coisa ...).
Algumas vezes (nos dias mais contemplativos) dou por mim a apreciar mais o processo de realização da peça de roupa em si do que propriamente o uso que lhe poderia dar.
Aprender tem este efeito, torna-nos mais atentos e mais interessados no que nos rodeia.
Foi por isso que nas últimas férias visitei a exposição de "Haute Couture" no Hotel de Ville em Paris. Esta visita deu-me uma nova perspectiva que provavelmente eu já poderia conhecer mas para a qual andei um pouco distraída.
Eu sei que à alta costura está associado uma série de coisas com as quais eu não tenho nada a ver mas olhar para qualquer uma das peças (lindissimas) que estão em exposição depois de ler a interessante explicação sobre o processo de execução de um destes vestidos teve o efeito de passar a olhar para eles como peças de arte em vez de ver "simples" vestidos para gente rica.
São peças únicas completamente executadas à mão com um cuidado enorme durante muitas (muitas mesmo) horas de trabalho.
Em que momento é que de uma saia ou camisa comum passámos a criar algo assim com esta perfeição? Parece que o conceito de alta costura começou no início do século XX. E a ideia de associar o conceito de marca a roupa veio a seguir. A ideia do artista (leia-se costureiro/a) que concebe a obra concretizou-se por aí ao dar um nome à coisa. E os antigos ateliers de costura passaram a ter outra importância.
Desde os esboços dos primeiros desenhos, a escolha dos padrões e das cores, o desenho técnico, os ensaios antes da execução no tecido final até ao incrível trabalho feito à mão pelas costureiras fez-me ver que afinal roupa também pode ser sinónimo de arte. Qualquer peça destas é um exemplo excelente do que de melhor se pode fazer através das nossas mãos com trabalho puramente manual.
Esquecendo o lado negro (que infelizmente tem muitas faces) associado a esta indústria conseguimos apreciar esta exposição com o respeito que merece. E ao olhar para cada peça imagino a quantidade de pessoas talentosas, a quantidade de horas, e a quantidade de trabalho por trás de cada vestido.
Infelizmente o tempo que tive não foi suficiente para apreciar devidamente cada um dos vestidos que, desde 1900 até aos nossos dias e passando pelos anos 50/60 meus preferidos, estavam em exposição. A minha filha Marta foi a melhor companhia que podia ter e por mim teria demorado mais um pouco.
Agora percebo o fascínio de algumas pessoas por estas coisas "fúteis" ...

mais um

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... ainda do fim-de-semana.
Inspirada por este está mais um parecido em curso.
Tenho a sensação que voltei aos tempos em que fazia vestidos para as minhas bonecas! :)

do fim-de-semana

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Uma nova sensação de liberdade paira aqui por casa ao fim-de-semana e parece que os dias são mais compridos. Graças aos avós (bendita "Instituição") as actividades de sábado passaram a ser feitas durante a semana, e finalmente conseguimos quebrar esta rotina dos últimos anos.
Um dos resultados desta liberdade recém adquirida foi um passeio até à feira da ladra à procura de um espelho. Na falta do espelho trouxemos alguns livros dos 5 e dos 7  iguaizinhos aos que costumava alugar na biblioteca (há muitos anos atrás :)). Não teve nada a ver com o objectivo inicial da visita, mas valeu a pena porque descobrimos mais uma pessoa interessada neste tipo de leitura. Quando os viu a Mariana perguntou-me se podia lê-los. Será?

mais uma hobo bag

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Esta hobo bag é uma ideia antiga inspirada no tecido de chita português.
Em relação à primeira que fiz a diferença está no comprimento da alça.
É simples e rápida de fazer, e com a prática aperfeiçoam-se alguns pormenores.

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