do chá
translate to
English
A Marta voltou do seu fim-de-semana fora dedicado às suas actividades desportivas.
No saco trouxe um presente que desta vez foi para mim. Um pacotinho de chá. Com umas cores e um cheiro que me encantam. Muito bonito este chá (se é que se pode chamar bonito ao chá)!
Chá é um ritual nosso. Regra geral é o último momento do dia. Significa um pequeno momento de paz e tranquilidade que nos "sabe" a estar "em casa", em segurança.
Guardei-os em dois dos mil e um frascos que vou "coleccionando" (nem no vidrão os consigo deitar fora).
Talvez o vidro transparente não seja o mais adequado, mas não faz mal porque rapidamente vai desaparecer sem dar tempo de perder quaisquer características.
Isto para dizer que receber estas pequenas lembranças dos meus filhos sabe-me pela vida.
dia de feira
translate to
English
Um dia de Outono a lembrar o Verão.
Andando por estas feiras percebe-se que, apesar de ser mais uma, cada qual tem o seu ambiente próprio.
Tivemos o privilégio de almoçar junto à janela que estava mesmo colada à rua.
E assim deu para perceber ainda melhor que aqui o estilo é outro e tem graça sim senhor!
numa de cinzento
translate to
English


Esta semana acabei o meu primeiro vestido nas minhas aulas de costura. Finally!
À procura de novo modelo para o segundo entretenho-me a ver revistas.
O veludo é um tecido que é pouco habitual ver em roupa.
Até agora não me lembro de alguma vez ter comprado algo para vestir feito em veludo.
No entanto, é um tecido de que sempre gostei talvez pelos reflexos que vai mostrando consoante a luz. Há algum tempo atrás comprei este que está na loja e guardei-o à espera de inspiração ou então para alguém que gostasse e quisesse comprar.
Não fazia a mínima ideia que a cor cinzenta iria estar na moda deste ano por isso a minha escolha foi pura coincidência. Apesar do gosto que tenho pela cor o cinzento também faz o meu género.
Numa das ditas revistas encontrei estas calças super simples que quanto a mim poderiam ir muito bem neste tecido para usar num jantar daqueles que costumam acontecer na época que se aproxima.
Fica a ideia para registo futuro. Há sempre uma primeira vez e quem sabe não poderá vir a ser-me útil!
---
O veludo é um tecido associado a peças mais luxuosas e como tecido caracteriza-se por apresentar do lado direito um aspecto peludo, macio e brilhante, e pelo lado do avesso é liso podendo apresentar dois tipos de armação em sarja ou em tafetá.
Este tecido surgiu na India (mais um) e só a partir dos séculos XIV e XV é que começou a ser produzido pela primeira vez na Europa, nas principais cidades de Itália.
Inicialmente era completamente produzido com seda e só no século passado com o aparecimento de fibras sintéticas é que começou a ser produzido de uma forma que o tornou mais acessível.
Existem vários tipos de veludo: o mais caro é o veludo alemão feito de seda. O veludo cristal ou veludo molhado é um produto sintético muito parecido com o veludo alemão mas bem mais barato. Existe ainda o veludo lavrado que se caracteriza por formar desenhos em relevo sobre um fundo transparente. Por último, ainda existe o veludo cotelê que é um tecido estriado e muito mais barato, e que nos últimos anos ao ser misturado com stretch se tornou um tecido de maior conforto para utilizar em vestuário.
para o lanche
translate to
English
Gostei tanto da ideia da que está na imagem (retirada do livro "Cabbages & Roses").
E correu-me tão bem desta vez, que em vez de uma fiz três, uma para cada uma das mocinhas que vivem cá em casa (com florzinhas, bolinhas, quadradinhos e coisas assim).Pelo meu lado já estava cansada de andar todos os dias com um yogurt e um pacote de bolachas "à solta" dentro do meu saco. A Mariana gostou e a Marta ainda não deu o seu parecer final. Algo me diz que têm demasiadas florzinhas para o gosto dela. Aguardemos, portanto!
do fim-de-semana
translate to
English
Este domingo fomos a uma feira de velharias em Belém junto ao Mosteiro dos Jerónimos.
Não encontrámos a "velharia" que procurava e sem encontrar nada de original e interessante numa feira que também se dizia de artesanato (cheia de capas para livros com tecidos de matrioskas e porta-moedas em tecido de mil e um padrões e feitios) passámos para o outro lado da linha férrea e fomos até à beira-rio, até à Doca de Belém.
Este lugar é-me tão familiar pela quantidade de dias e horas que passei aqui quando era adolescente. Esta parte de mim dá-me a certeza que se algum dia tivesse que viver longe do mar ou deste rio seria muito difícil viver assim.
O barulho das gaivotas, esta claridade do sol que quase nos cega ao reflectir-se na água, e aquela humidade que se entretenha por todo o lado trazem-me memórias distantes e tão boas de tempos e amigas que gostava de não perder.
Mas o tempo passa, vivemos vidas diferentes, e às vezes dou por mim a pensar que as memórias começam a não ser suficientes para que tudo se mantenha.
no 2º andar da Baixa
translate to
English
Andando pela Baixa encontram-se lojas antigas em andares acima do rés-do-chão.
Ainda a funcionar e paradas no tempo com empregados que há muito lá estão e com muitas histórias para contar. Pessoas que falam com saudade do "antigamente" e que conhecem tão bem a história destas ruas.
Foi assim que há tempos atrás conheci uma senhora que fazia as malas para a "Porfírios" e que fez questão de me explicar quem eram os donos, como começou, e como acabou uma das lojas bem conhecida noutros tempos recentes.
Foi assim que encontrei uma loja com acessórios para malas que já não existem em mais lado nenhum.
E tempos depois uma loja com todo o tipo de materiais para costureiras e alfaiates.
Tesouros escondidos à espera de fechar, provavelmente.
No sábado passado ao voltar para casa encontrei mais esta que não faço a mínima para que serve, mas que um destes dias, se der, vou visitar só para saber de que se trata.
Ainda a funcionar e paradas no tempo com empregados que há muito lá estão e com muitas histórias para contar. Pessoas que falam com saudade do "antigamente" e que conhecem tão bem a história destas ruas.
Foi assim que há tempos atrás conheci uma senhora que fazia as malas para a "Porfírios" e que fez questão de me explicar quem eram os donos, como começou, e como acabou uma das lojas bem conhecida noutros tempos recentes.
Foi assim que encontrei uma loja com acessórios para malas que já não existem em mais lado nenhum.
E tempos depois uma loja com todo o tipo de materiais para costureiras e alfaiates.
Tesouros escondidos à espera de fechar, provavelmente.
No sábado passado ao voltar para casa encontrei mais esta que não faço a mínima para que serve, mas que um destes dias, se der, vou visitar só para saber de que se trata.
elevadores
translate to
English
Da Baixa ao Castelo de S. Jorge.
Rua dos Fanqueiros nº 176. Depois do segundo elevador (gratuito) e saindo no 7º piso.
Apesar do encanto da subida a pé sem dúvida que esta é uma excelente alternativa.
Fomos sair directo na Costa do Castelo.
À procura de almoço tentámos o Chapitô. Impossível. Completamente cheio.
Voltámos atrás e entrámos no primeiro sítio que encontrámos logo à saída do elevador.
Ficámos a saber que creme de legumes era sopa, o empregado fez questão de nos explicar.O que parecia um início dificil resolveu-se bem e conseguimos almoçar num sítio tranquilo e simpático com pouca gente.
Decidimos subir um bocadinho mais e encontrámos o eterno sr que faz origamis em bambú. Ainda não foi desta que trouxemos um para casa.
Andámos por ali mas a quantidade de turistas era mais que muita.
A visita ao castelo ficará para outro dia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



























