azulejos de Lisboa (procura-se)

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Se há coisas que gosto em Lisboa são dos azulejos antigos que cobrem as paredes dos prédios. Sempre que tenho a máquina fotográfica comigo vou coleccionando padrões, cores, composições.
Já todos tínhamos reparado que à medida que os prédios de Lisboa vão sendo roubados das suas coberturas em azulejo o número de pessoas a vendê-los na Feira da Ladra cresce de dia para dia. Que desgosto!
Hoje li este post da Rosa Pomar.
É mesmo urgente parar isto.

mercado "Crafts & Design"

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Hoje estivemos no mercado "Crafts & Design" de Setembro que acontece no primeiro fim-de-semana de cada mês no Jardim da Estrela e que festejou hoje o seu oitavo aniversário.
O mau tempo deu-nos algum descanso e tivemos uma tarde muito agradável.
Como fomos os últimos a chegar (como é habitual) ficámos mesmo no final da feira e por isso não pudemos acompanhar a animação que organizaram para celebrar o aniversário do mercado.
Em compensação tivemos visitas muito simpáticas, conhecemos várias pessoas igualmente simpáticas, e correu bem.
Tive uma das melhores companhias que posso desejar e uma ajudante de primeira.
Este foi um dos modelos que fiz nas férias para meninas e que a Mariana gosta bastante.
Voltou connosco para casa mas não quer dizer que vá ficar no cabide porque uma certa menina já me disse que até gostava de ficar com ele :)


la rentrée

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na verdadeira acepção da palavra porque as aulas começaram hoje.
Sente-se a diferença dos dias pela cor do final da tarde.
Sem que queiramos e sem que possamos fazer nada contra isso o tempo passa.
Um novo ciclo chamado ano lectivo recomeça nos nossos dias.
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vhils

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Vhils aka Alexandre Farto.
A visita à primeira exposição em museu do mais famoso "street artist" português foi parte do nosso programa deste fim-de-semana. Já estava na nossa lista há bastante tempo. E ainda bem que fomos.
Genial! e Fantástico! são as palavras que me ocorrem.

dos passeios

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Destes nossos passeios pela cidade há-de ficar-me sempre em memória a companhia doce desta infância, a última que ainda temos cá por casa.
Infelizmente, com muita pena minha, ou porque é mesmo assim, nem sempre os meus filhos adolescentes nos querem acompanhar. E como prefiro mil vezes uma vez que seja com boa vontade do que cem vezes de má vontade aceito que seja assim.
No entanto, de cada vez que não estão comigo penso sempre nos momentos óptimos que todos estamos a perder.
Mas só em parte, porque em contrapartida fico em exclusivo com outras coisas que de outro modo não são possíveis quando temos que dar atenção a três filhos.
São pequenas coisas que para mim valem imenso porque sei que são as últimas.
A generosidade da infância, a doçura e a boa disposição constantes com um sorriso fantástico que acompanha uma vontade enorme sempre presente de querer ajudar. O "Eu ajudo mãe" soa-me a música e sabe-me pela vida numa altura em que muitas vezes sinto a falta dela.
O toque quente e suave de uma mão mínima que se aconchega na minha, o "posso sentar-me ao teu colo mãe", o som da tua voz, ou o olhar que sempre procuras em mim são tão próprios destes momentos que desejaria andar por aí por essas ruas sem parar se com isso pudesse adiar o fim desta infância.

horas felizes a 5€

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Estes tuk-tuk's estão por todo o lado em Lisboa. E são bem divertidos de ver.
Esta deve ser uma das melhores formas de um turista visitar a cidade.
O Panteão Nacional faz parte do tour de certeza e por isso encontrámos vários a chegar ou a partir.
Se começámos o fim-de-semana pelo lusco-fusco em final de dia de 6ª feira, sábado à tarde foi dia de mais uma visita até à feira da Ladra.
Acho que nunca tinha visitado a feira da parte da tarde. E agora que já experimentei as duas versões confesso que prefiro as manhãs.
Se estiver calor é penoso andar ao sol porque uma boa parte da feira não tem sombra.
E por outro lado, uma parte razoável dos feirantes já bebeu muita cervejinha. É certo que estão mais bem dispostos mas se a isto juntarmos o desmanchar da feira fica um ambiente um bocado diferente e estranho de que não gosto tanto.
Mais uma vez namorei as caixas velhas e cobicei um "termo" que me lembro de ver igual em casa dos meus pais. Passei por uns potes em loiça para guardar "mercearias" que fizeram os meus encantos (mas o preço apesar de ser em final de dia era proibitivo).
A Mariana encontrou uns cãezinhos de loiça em vez de ursinhos (a 50 cêntimos cada um) e eu vim contente para casa com mais uns carimbos da Agatha que encontrei já no caminho de volta (é uma pancada, eu sei. Mas cada um tem a(s) sua(s)!).
Há horas felizes, sem dúvida! :)

lusco-fusco

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Final de Agosto. Final de tarde. Por aí ... por Lisboa.
Apesar da quantidade enorme de turistas que andam por cá ainda encontramos ruas assim vazias de gente.
Os sons que ouvimos estão tão próximos que fazem-nos sentir como intrusos, assim como quem chega sem se anunciar e ouve a conversa atrás da porta. Falamos baixinho entre nós para não estragar esta intimidade onde sentimos que estamos a mais. O som da televisão, o barulho dos tachos e das panelas, crianças que falam, e bocados de conversas entre marido e mulher, mãe e filha, ou seja quem for que não se vê e que está por trás das janelas e portas abertas pelas ruas.
Desligamos das conversas alheias e ouvimos o som das gaivotas e das andorinhas que nos lembram que o rio está perto e que o Verão ainda não acabou. Óptimo!

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